quarta-feira, 4 de maio de 2016

A conveniência


Que o medo nunca mais determine os meus passos (...)

terça-feira, 3 de maio de 2016


Aqui ninguém toca!

Como explicar a uma criança quais partes do corpo não devem ser tocadas por outra pessoa.
A regra “Aqui ninguém toca” foi criada pelo Conselho da Europa para ajudar os pais e os educadores a falar sobre o abuso sexual de crianças e pode ser uma ferramenta muito eficaz para prevenir este tipo de crime.
Trata-se de um guia simples de ajuda aos pais na explicação a dar aos seus filhos sobre as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas, como reagir se isso acontecer e onde procurar ajuda.
Mas em que consiste a regra do“Aqui ninguém toca”?
É simples: uma criança não se deve deixar tocar nas partes do corpo normalmente cobertas pela roupa interior assim como não o deve fazer aos outros.

 LEIA E COMPARTILHE esse livro, uma forma simples e eficaz de proteger uma criança contra a violência sexual.


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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Como funciona a criptografia no WhatsApp

A criptografia do WhatsApp já arrumou muitos problemas no Brasil, e a tendência é que isso só piore. A partir desta terça-feira, 5 de abril, a empresa está implantando criptografia em todas as formas de comunicação oferecidas pelo aplicativo, o que deve dificultar ainda mais o trabalho das autoridades pelo mundo, mas também vai dificultar a vida de cibercriminosos.
A novidade vale para todas as versões do aplicativo, em todas as plataformas. Ou seja: não importa se você usa Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry ou até mesmo um celular antigo da Nokia. O aplicativo até mesmo começou a avisar sobre a proteção das conversas, como mostra a captura abaixo.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Amar é sempre ser vulnerável. Ame...

Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, você não deve entregá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva o cuidadosamente em seus hobbies e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde-o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro, sem movimento, sem ar - ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar se indestrutível, impenetrável, irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar além do céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e perturbações do amor é o inferno. 

[Em "Os quatro amores"]

C.S. Lewis


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Humanos...


quarta-feira, 6 de abril de 2016

O Rei sem um dedo

* Da série, histórias que eu conto a mim mesma...



Certa vez, na antiguidade, havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um servo que sempre o lembrava desta verdade. Em todas as situações, o servo dizia: "Majestade, não desanime, porque Deus é bom".

Um dia, o rei saiu para caçar e levou aquele servo. Lá no mato, uma fera atacou o rei. Ele lutou, lutou e conseguiu livrar-se do animal, mas perdeu um dedo da mão.

Furioso pelo que havia acontecido, disse ao servo: "E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se fosse bom não teria permitido que eu perdesse este dedo!" Se Ele nunca erra como então deixou este animal feroz nos atacar?
O servo humilde e calmamente diz a ele: “Meu rei, nós não devemos reclamar e sim sermos gratos por Deus ter nos protegido. Poderíamos estar mortos. Tudo que Deus faz é bom. Deus nunca falha. Deus nunca erra. Ele, somente Ele, sabe de todas as coisas”.
O rei se sentiu insultado pelo servo que o contrariara e o lançou na prisão.Um ano se passou e o rei novamente voltou a caçar. Ele caminhou, caminhou, caminhou e se afastou muito do seu reino.Entrou em terras estranhas e índios selvagens o prenderam. 

Após algum tempo, o rei voltou novamente à mata para caçar. Aconteceu que desta vez foi atacado por índios, que o levaram para a aldeia. Aqueles índios costumavam oferecer sacrifícios humanos para as suas divindades. Sem saberem que era o rei, pois não entendiam a sua língua, resolveram oferecer aquele prisioneiro em sacrifício.
Estes índios usavam humanos em sacrifícios aos seus deuses.
Não havia mais jeito. Os selvagens índios cantavam e se pintavam. O fogo foi acesso. Eles invocaram seus deuses e trouxeram o prisioneiro, o rei, que implorava por sua vida. Mas não adiantava nada. Ele ia morrer. 

Mas quando era levado amarrado para o altar do sacrifício, um dos selvagens notou que o prisioneiro não tinha um dos dedos e imediatamente o soltaram. Eles estavam contentes por libertar o rei, pois quase sacrificaram - ao seu deus - Uma oferenda que não era perfeita. Faltava um dedo. O rei então voltou ao seu palácio e na viagem meditava sobre o livramento. E pensava: “Se eu não tivesse perdido um dos meus dedos, nesta hora eu estaria morto”.

Apressou-se pelo caminho e chegando ao palácio, imediatamente correu ao calabouço e deu ordens aos seus soldados que soltassem aquele que fora o seu melhor amigo. E, em lágrimas que corriam pelo seu rosto, dizia ao amigo: “Me perdoe meu amigo. Eu estava errado. Agora eu não tenho mais nenhuma dúvida. Tudo que Deus faz é bom mesmo. Estou muito triste por ter colocado você um ano nesta prisão imunda. Eu errei com você. Fui injusto contigo.  Me perdoe.  Me perdoe. Me perdoe”.

O servo então com lágrimas nos olhos e abraçando ao seu amigo disse: “Não meu rei. Não diga isso. Tudo que Deus faz é bom. Deus nunca falha. Deus nunca erra”. Se você não tivesse me prendido eu teria ido caçar contigo e ambos seríamos presos e, como eu tenho todos os meus dedos, EU SERIA SACRIFICADO! "Deus nunca erra. Deus nunca falha. Ele me livrou da morte.” Tudo que Deus faz é bom e perfeito para todos nós.

( Ás vezes perdemos coisas importante pra nós...Mas ainda assim é preciso crer que Deus tem o controle de tudo. E há tempos que é muito difícil acreditar na bondade de Deus, principalmente quando erramos. Pelo menos é assim que me sinto...Mas Deus é bom o tempo todo, mesmo quando não merecemos.) 


domingo, 3 de abril de 2016

Caros taxistas

Alguém aí já passou por isso?
Lembra aquele dia em que eu quis fazer uma corrida do Fonseca até São Gonçalo e você disse que em SG você não ia? E quando você não tinha troco e ficou com o meu?
Lembra quando eu quis fazer uma corrida curta e você disse “ahhh pega o próximo” e pediu pra eu descer.
Lembra quando eu pedi para você ligar o ar porque os termômetros marcavam 39ºC e você inventou que estava com defeito ou disse que com ar era mais caro?
Lembra quando eu pedi para você trocar a rádio da sua estação religiosa porque precisava ouvir alguma notícia na outra estação e você recusou dizendo que o carro era seu?
Lembra aquele dia que o taxímetro deu 50 reais e você do nada tirou uma tabela onde informava que na verdade eu deveria pagar 70?
Lembra quando eu estava na rodoviária e você só pegava corridas para a Zona Sul? Ou quando eu estava no aeroporto e pra chegar em casa eu deveria pagar quase o mesmo que paguei na passagem de avião?

quinta-feira, 24 de março de 2016

O naufrágio

* Da  série: histórias que eu conto pra mim mesma.

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar boiando. Este único sobrevivente foi parar numa pequena ilha desabitada fora de qualquer rota de navegação.
Ele agradeceu novamente.

Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e, também para guardar seus poucos pertences.
E como sempre agradeceu.

Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado ele se revoltou, gritava chorando "O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?"

Sagrado Coração

Sei que tenho um coração
Mas é difícil de explicar
De falar de bondade e gratidão
E estas coisas que ninguém gosta de falar

Falam de um lugar
Mas onde é que está?
Onde há virtude e inteligência
E as pessoas são boas e sensíveis
E que a luz no coração
É o que pode me salvar
Mas não acredito nisso
Tento mas é só de vez em quando