quarta-feira, 13 de novembro de 2013

CCJ da Câmara aprova exigência de diploma para jornalistas

PEC ainda será analisada por comissão especial antes de ir ao plenário.
Em 2009, STF derrubou exigência do diploma para exercer profissão.

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) aprovou nesta terça-feira (12) proposta de emenda à Constituição que estabelece a exigência do diploma de curso superior em jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência do diploma para jornalistas, mas não havia regra explícita sobre o assunto na Constituição Federal.
A PEC já foi aprovada pelo Senado e agora será analisada por uma comissão especial antes de ir ao plenário da Câmara. Se for alterada, terá de retornar ao Senado.  Pelo texto, a exigência do diploma será dispensada para “colaboradores” de meios de comunicação, como colunistas, e os profissionais que já atuam no setor.
Para o autor da proposta, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a obrigatoriedade de formação universitária para o exercício do jornalismo não fere a liberdade de expressão.
“Exigir formação acadêmica para a realização de uma atividade profissional específica, sensível e importante como o jornalismo, não é cercear a liberdade de expressão de alguém”, afirmou na justificativa do texto.
Para o senador, “é razoável exigir que as  pessoas que prestam à população esse serviço sejam profissionais graduados, preparados para os desafios de uma atividade tão sensível e fundamental, que repercute diretamente na vida do cidadão em geral”.
O relator da matéria na CCJ, deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), também defendeu, em seu parecer, a exigência do diploma.
“Respeitosamente, ousamos discordar  do entendimento firmado pela Excelsa Corte de Justiça (Supremo Tribunal Federal), pois  não vislumbramos  que a referida obrigatoriedade de diplomação para o exercício da atividade  profissional ofende a liberdade de pensamento, de expressão ou de  comunicação, independentemente de licença”, afirmou.

Supremo
A exigência do diploma foi derrubada em junho de 2009 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na ocasião, por oito votos a um, os ministros atenderam a um do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e do Ministério Público Federal (MPF), que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma.
O recurso contestava uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que determinou a obrigatoriedade do diploma. Para o MPF, o decreto-lei 972/69, que estabelecia as regras para exercício da profissão, é incompatível com a Constituição Federal de 1988.
Relator do processo, o presidente do STF, Gilmar Mendes, concordou com o argumento de que a exigência do diploma não está autorizada pela Constituição. Ele disse que o fato de um jornalista ser graduado não assegura qualidade aos profissionais da área. “"A formação específica em cursos de jornalismo não é meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros”", afirmou na ocasião.

fonte:G1

domingo, 10 de novembro de 2013

Viva!

Hoje foi um plantão daqueles!

Parecia que tudo estava acontecendo ao mesmo tempo, em  todos os cantos da cidade.

Meu colega de trabalho e eu tivemos trabalho pra caramba!

E numa dessas correrias, quaseeeee levamos o "farelo!" ( Apesar de já estar  acostumada com esses "quases")

Um ônibus que vinha em nossa direção, e o carro ao  lado que não abria passagem pra sairmos de frente do ônibus!Geralmente não tenho medo, confesso que curto tudo o que me dá adrenalina.

Mas hoje, fiz uma cara bem assim, e até pedi ajuda de Deus, fechando um dos olhos, bem desse jeitinho. rsrs.
Faz parte! Mas estamos vivos!





terça-feira, 22 de outubro de 2013

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo...

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. 

Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos. Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem. Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram. Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.

 Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi. Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto. Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir. Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.

 Já tive crises de riso quando não podia. Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva. Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar. Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros. Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros. 

Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz. Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava. Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali". Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. 

Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria. Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava. Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda. Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

 Não me deem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. 

Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Temporal causa tragédia em Terra Santa



Na noite de quarta feira, 09 de outubro, um forte temporal caiu no município de Terra Santa e uma Rabeta com 7 pessoas naufragou, 5 pessoas foram salvas por populares que ouviram o pedido de socorro e as socorreram, mas duas pessoas não conseguiram resistir e morreram. 

O naufrágio aconteceu por volta de 8 horas da noite a mais ou menos 1km das margens no Lago Algodoal, na Cidade de Terra Santa. As Policias: Militar e  Civil acompanharam e deram suporte à família das vítimas.

O seu Vublicinader, irmão de uma das vítimas, Mario Prata Barbosa, passou a noite inteira procurando o irmão, mas não conseguiu encontrá-lo. Pela parte da manhã do dia 10, as 7 horas, quando encontrou o corpo de Daiane Maciel .

O corpo do jovem Mario Prata Barbosa  foi encontrado  na manhã do dia  11,  e foi levado direto para o Cemitério Municipal onde foi sepultado, os familiares não se seguravam de tanta tristeza e vários acabaram desmaiando e foram levados para o Hospital Municipal para receberem atendimentos.
A sobrevivente Cássia Melo contou que  recebeu ajuda  de um colega para que não morresse,“ Segundo ela, um dos seus colegas a colocava em suas costas e nadava para que ela pudesse gritar por socorro. Outras vítimas não falaram, pois estão traumatizados com tudo que aconteceu eles.
Com informações de Serginho Bittencourt  - De Terra Santa.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Porque fazer traquinagem é bom demais!

Rapel em Serra do índio

sábado, 31 de agosto de 2013

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Na prática não é tão legal...

O amor é dom supremo

I coríntios 13.

"... Não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
6 Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta"

Hoje a ciência e o conhecimento, me ajudaram a falar do teu amor...Naquilo que aos meus olhos e ouvidos, parecia impossível!

Eu seria hipócrita, se chamasse isso de "melhor experiência do mundo". Nunca é, quando machuca...Hoje vivi, uma das maiores batalhas do meu mundo. E venci. Só que não teve prêmio nenhum...

"Triste, alegre, triste, alegre", É bem assim mesmo. Mas, Indubitavelmente, Valeu a pena e como valeu a pena. Essa é uma das poucas coisas que tenho certeza nesse momento.
Valeu a pena.

domingo, 18 de agosto de 2013

Vips....


Que nada, só as penetras da festa!!! rsrsr Dani, Ronilma e Luti =)
 

sábado, 17 de agosto de 2013

Torre de celular cai e cidade do Pará tem corrida a orelhões



A queda da única torre de telefonia mudou a rotina do município de Terra Santa, no extremo oeste do Pará.
Sem o sinal da Vivo, a única operadora local, a cidade está parada há três semanas, sem internet e sem celular.

"A cidade está um caos, os serviços públicos e o comércio estão prejudicados, apenas alguns serviços bancários funcionam. A emissão de nota fiscal ficou impossível", diz a moradora Lene Machado.
A torre da Vivo, com 70 metros, caiu no dia 21 passado, após um temporal na cidade de 17 mil habitantes, a 900 km de Belém. Uma casa foi parcialmente destruída, mas ninguém se feriu.
Desde então os serviços de telefonia e internet estão fora do ar. Como apenas os telefones fixos estão em operação, há uma corrida aos orelhões daqueles que até então dependiam só dos celulares.
Longas filas se formam em frente aos telefones públicos.

Anteontem, em razão disso, um barco chegou à cidade com um carregamento urgente e não menos estratégico: dezenas de caixas cheias de cartões telefônicos.
Outra opção aos donos de celular reféns da torre da Vivo é buscar uma "ponta" de sinal de cidades vizinhas, já do lado do Amazonas.

O jeito tem sido subir em uma serra próxima à praça principal da cidade.
O Ministério Público do Estado e a Justiça local investigam as causas da queda da torre e os consequentes prejuízos ao município.

Os moradores pedem a mudança do local de instalação da torre de telefonia.
Em nota, a Vivo informou que "está prestando a assistência necessária" à família que teve a casa danificada com a queda da torre.

A empresa diz também que técnicos "trabalham ininterruptamente para restabelecer, no menor prazo possível, os serviços de telefonia móvel afetados pelo acidente"
 Folha de São Paulo  - Com informações de Ronilma Santos

Jornalismo Científico forma primeira turma na Amazônia

A primeira turma de jornalistas, em nível de pós-graduação, especializados em reportar temas científicos, termina o curso na próxima semana na Universidade Federal do Oeste do Pará, a UFOPA, em Santarém. Entre 21 e 24 de agosto os 23 concluintes, quase todos já profissionalizados, apresentarão os seus trabalhos de conclusão perante 14 bancas, que julgarão trabalhos de pesquisa realizadas em duplas ou individualmente. As apresentações serão abertas ao público, nas datas e horários conforme a programação no final desta postagem.
Na Amazônia, a ciência deve procurar compreender os processos próprios da região na sua relação com o mundo, os valores locais quase sempre referenciados à pesquisa externa à região
Os trabalhos finais, versando sobre variadas temáticas, serão apresentados sob a forma de monografias, reportagens para impresso, televisão, rádio e portais de internet e na forma de documentário. Contemplam questões conceituais como sustentabilidade, as relações entre jornalistas e cientistas, estratégias de comunicação, hidrelétricas e movimentos populares, o fenômeno das terras caídas na Amazônia, discurso ambiental, expansão imobiliária na região, pequenos cursos d'água, contaminação de rios, pesca, ciência na Amazônia, aquífero de Alter do Chão e comunidades extrativistas, entre outros temas.
A capa da revista que será lançada semana que vem
Quase todos os trabalhos privilegiam a cobertura e a apreciação crítica de pesquisas que se acham em andamento na própria UFOPA, uma das mais novas universidades brasileiras. Realizado desde 2011, nos meses de férias dos cursos de graduação, o curso contou com a colaboração de professores da própria universidade local assim como da UFPA, de Belém, da UFRN, de Natal, da Universidade Federal de Santa Catarina, de Florianópolis e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Professor Celson Lima trocou a Universidade Nova de Lisboa pela UFOPA. Num dos seminários no curso de Jornalismo Científico, ele expõe sobre o conceito de ciência
A iniciativa do curso partiu do reitor José Seixas Lourenço, dentro do projeto da nova universidade de produzir e socializar, de forma simples, os resultados da pesquisa para a comunidade regional e nacional. Trata-se de uma realização resultante de um acordo de cooperação técnico-científica entre a UFOPA e a UFPA, com a coordenação do prof. Manuel Dutra.
Um dos trabalhos realizados pela turma é uma coletânea de entrevistas com pesquisadores, resultando na edição de uma revista intitulada Jornalismo Científico e Pesquisa na Amazônia, que será disponibilizada na internet até o próximo dia 20 pela Editora Insular, de Santa Catarina. A revista é organizada pelos professores Samuel Lima e Manuel Dutra, que assinam a apresentação, que informa, nos dois primeiros parágrafos: 
Este livro digital traz uma coletânea de entrevistas realizadas pelos alunos e aunas do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo Científico, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), sediada na cidade de Santarém, no Pará, bem no coração da Amazônia. São trabalhos que se incluem nas tarefas da última disciplina, “Linguagens: Jornalismo, Ciência, Tecnologia”, que foi ministrada pelo Prof. Dr. Samuel Lima, da Faculdade de Comunicação da UnB, presentemente colaborador-docente do Departamento de Jornalismo da UFSC, em Florianópolis.

Não há aqui necessidade de realçar o aspecto de pioneirismo de tal iniciativa, notadamente numa região da qual o imaginário nacional/global distingue quase tão somente a natureza, processo que torna (quase) invisível a cultura e a ciência, isto é, o fazer humano aí existente e que, a cada dia, adquire maior consciência de sua responsabilidade local/global, no sentido de produzir conhecimento como que a partir de dentro e não mais, apenas, esperar que “viajantes”, como os de outrora, sejam os únicos a conduzir esse discurso iniciado no tempo das descobertas históricas..."
A seguir o sumário da revista em forma de e-book:

13 Um olhar sobre a pesquisa na Amazônia
Manuel Dutra, Samuel Lima

19 Prefácio – O mundo da ciência nas terras do Tapajós
Alessandra Carvalho

23 Insetos têm beleza natural, afirma pesquisador
Adenomar Neves de Carvalho, entrevistado por Lenne Santos

31 Fazer ciência na Amazônia depende do campo a ser pesquisado
Anselmo Alencar Colares, entrevistado por Ednaldo Rodrigues
e Ormano Sousa

41 Com um projeto de ciência e vida Celson liga a Amazônia à Europa
Celson Pantoja Lima, entrevistado por Ronilma Santos

51 Semiótica e libertação nas palavras: jogo, forma e estilo na literatura
Cristina Vaz Duarte da Cruz, entrevistada por Júlio César
Guimarães

61 Terras Caídas são fenômeno único que só o Rio Amazonas apresenta
Deize de Souza Carneiro, entrevistada por Alessandra
Guimarães Mizher e Gilmara dos Reis Ribeiro

71 A indústria do turismo em Santarém: potencialidades e grandes desafios
Erbena Silva Costa, entrevistada por Joab Ferreira e Milton Corrêa

81 Autorreconhecimento indígena: do estigma à consciência adquirida
Antropólogo Frei Florêncio de Almeida Vaz, entrevistado por Ercio do
Carmo Santos e Joelma Viana dos Santos

89 Pesquisas com animais peçonhentos podem salvar vidas
Hipócrates de Menezes Chalkidis, entrevistado por
Cristiane Sales e Márcia Reis

97 Terra-preta de índio é o ouro negro da Amazônia
Lilian Rebellato, entrevistada por Maria Lúcia Morais

107 Indígenas em solo socialista e capitalista; na Venezuela, quais as diferenças?
Majahua Tapuia, entrevistada por Jeso Carneiro

115 Conhecimento científico como base para construção
de uma nova Amazônia
Manuel Dutra, entrevistado por Moisés Sarraf

121 Peixes da Amazônia podem desaparecer com o aumento da temperatura
Marcos Prado Lima, entrevistado por Adriana Pessoa e Aritana Aguiar

131 Tecnologias da informação podem ajudar a vencer déficit histórico na educação
Paulo Henrique Lima, entrevistado por Raimundo Clecionaldo Vasconcelos Neves e Ambelino Minael Andrade Cunha

139 Mudanças climáticas e sustentabilidade no debate nacional sobre a Amazônia
Raimunda Nonata Monteiro, entrevistada por Fábio Pena

149  Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças.
Sandro Viegas Leão, entrevistado por Ailanda Ferreira Tavares e Alciane Ayres

157 A distância entre intenção e gesto na questão ambiental no Oeste do Pará
Antônia do Socorro Pena da Gama, entrevistada por Jota Ninos

165 Garimpos e desmatamento fazem do mercúrio um vilão dos rios e igarapés
Ynglea Georgina de Freitas Goch, entrevistada por Val Araújo


Programação
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ (UFOPA)
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (PROPPIT)
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM JORNALISMO CIENTÍFICO
Período: 21 a 24 agosto 2013
Dia 21 (quarta)
 1ª. BANCA
18 horas
Ailanda Tavares e Alciane A. da Mota
Orientadora: Raimunda Monteiro
Examinador: Célia Regina da Silva
Título: Livro-reportagem : Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças.
 2ª. BANCA
18 horas
Aritana Aguiar de Sousa / Márcia Cristina Pedroso
Orientadora: Célia Trindade Amorim (Socorro Veloso)
Examinador: Otacílio Amaral
Título: Jornalistas e cientistas: compreendendo as divergências
 3ª. BANCA
19h30
Ercio do Carmo Santos / Joelma V. dos Santos
Orientador: Manuel Dutra
Examinador: Célia Trindade Amorim
Título: As estratégias de comunicação do Movimento Tapajós Vivo
 Dia 22 (quinta)
 4ª. BANCA
9 horas
Adriana Pessoa Cunha /Alessandra Mizher
Orientadora: Alessandra Carvalho
Examinador: Manuel Dutra
Título: Conhecimento Popular e comprovações científicas do fenômeno Terras Caídas
 5ª. BANCA
18 horas
Gilmara dos Reis Ribeiro
Orientadora: Alessandra Carvalho
Examinador: Célia Regina da Silva
Título: O discurso ambiental no Jornal O Liberal
 6ª. BANCA
18 horas
Ambelino M. Andrade e Raimundo C. Neves
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Rosa Rodrigues
Título: Interação das mídias sociais no jornalismo esportivo
 7ª. BANCA
19h30
João Georgios Ninos e Ronilma Santos Silva
Orientador: Otacílio Amaral
Exminador: Célia Regina da Silva
Título: Caso Juá: expansão imobiliária em Santarém e as lições para uma cidade sustentável
 8ª BANCA
19h30
Manoel Ednaldo Rodrigues
Orientador: Manuel Dutra
Examinador: Alda Costa Título: Recepção radiofônica: a etnocenodramaturgia no rádio, na comunidade
de São Benedito do Ituqui, em Santarém – Pará
  Dia 23 (sexta)
 9ª. BANCA
18 horas
Milton José R.Corrêa
Orientadora: Alda Costa
Examinador: Rosa Rodrigues
Título:  A sobrevivência dos igarapés na Amazônia Paraense: Um estudo de caso com o igarapé Urumari em Santarém - Pará
 10ª. BANCA
19h30
Jeso Carneiro
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Alda Costa
Título: Morte e revelação nas entranhas da piracatinga (video reportagem)
 11ª. BANCA
19h30
Cristiane Sales
Orientador: Raimunda Monteiro
Examinador: Célia Amorim
Título: O processo de contaminação do Rio Tapajós
 Dia 24 (sábado)
 12ª. BANCA
8h30
Ormano Sousa
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Célia Amorim
Título: Jornalismo científico na Amazônia...
 13ª. BANCA
9h30
Joab Ferreira e Valdilene Trindade
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Otacílio Amaral
Título: Aquífero Alter do Chão
 14ª. BANCA
9h30
Fábio Rodrigues Pena
Orientadora: Alessandra Carvalho
Examinador: Rosa Rodrigues
Título: Comunidades tradicionais da Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns
 
Extraído do Blog Manuel Dutra