sábado, 20 de julho de 2013

Dia do amigo, depois que se dança na chuva com um...Já era! =)

Em Alter do Chão com Rafaela Joseph ( a mala)
Ela dançava Funk! E eu Samba!

Chovia forte pra caramba!

´Só se ouvia o som da chuva e dos risos..Porque a música era imaginária!


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Então é isso...

Desisto.

Só por hoje, vou tomar aquele porre de vinho, daquela garrafa que eu nunca virei.
E refazer todos os  planos.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Quem é que nunca ficou de mal com a vida?

São só as circunstâncias que me fazem mal...

Os sorrisos amarelos, estampados em rostos que outrora foram tão importantes.

A amizade jogada fora.

A última carta desperdiçada

O esforço pra mover um mundo...Em vão.
Reprodução Google

Ver o ouro transformado em metal

A confiança quebrada...

O colorido transformado em preto e branco.

Não importa, não importa...

Não quero culpar ninguém.

Éter!  Na minha alma, por favor.

Por hoje minha porção acabou...

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Piegas...

Ando piegas demais ultimamente...

Meus pensamentos e vontades, já não suporto!

Bicho humano? Demasiadamente humano!

Deixo minhas urgências e emergências em algum canto, de preferência bem escuro.

Pra não lembrar do que não é, do que não pode ser, ou pode?

Abraço minha realidade racional, de concreto sob meus pés.

...

domingo, 7 de julho de 2013

Será que sou eu? :/

As vezes enjoo das pessoas...

Enjoo da falácia

Da inconstância

Enjoo da chatice

Das fofocas

Da política da boa vizinhança

Enjoo de atitudes pequenas

E da falta de atitudes que valham a pena


Enjoo, enjoo, enjoo.

Uma greve geral dos jornalistas

Greve geral de jornalista é como umbigo de freira. Ninguém vê. Mas dá para imaginar como seria uma.

Bloquinhos de anotação seriam rasgados e queimados. As pilhas dos gravadores atiradas pelas janelas da redação.

Fotógrafos cegariam. Repórteres de TV e rádio ficariam mudos. Comentaristas políticos e econômicos também não abririam a boca, o que, neste caso, seria ótimo, porque alguns falam merda demais.

Não haveria releases, nem follow-up na hora do fechamento. Não haveria também fechamento.

Coletivas seriam canceladas. E, com o filé mignon ao molho madeira de volta ao freezer, a greve seria também de fome.

As moças do tempo cagariam para o sol, para a chuva e para os períodos de instabilidade.

Faixas e cartazes seriam exibidos nas portas das redações: “Pelo fim dos passaralhos”, “Gilmar Mendes não me representa”, “Pela liberdade de ser jornalista”, “Abaixo a opressão do deadline” e o clássico “Chega de piso safado. Porcelanato para todos já”.

Os estagiários, como sempre, seriam escalados para o trabalho chato, como colar os cartazes.

Serviços considerados essenciais numa redação, como o da tiazinha que passa o café fresquinho, não seriam suspensos totalmente, mas entrariam em operação-padrão.

Para evitar que seus jornais virassem um grande calhau, os patrões convocariam gente de outras profissões para salvar a edição do dia. Os grevistas impediriam o povo fura-greve de entrar nas redações. Haveria briga. A PM chegaria com bombas de efeito moral e imoral. Tumulto, correria, e, de repente, eis que o Datena entra ao vivo, mostrando a confusão com exclusividade e "ferrando" aquela que seria a maior greve geral de jornalistas que o Brasil já conheceu.

Por Duda Rangel