terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Há coisas que só a vida ensina


Todos os anos, eu o esperava...

Pedia que ele viesse, mesmo sem trazer presentes, não precisava! Só
pedia que ele viesse, mas apesar das promessas, ele nunca aparecia
nessa época do ano.

Meus pais se separaram quando eu tinha apenas um ano de idade, dos 5
filhos, fui a que menos convivi com ele, o que não impedia de eu ter
uma verdadeira paixão e fascínio por ele, afinal ele era o um pai tão
bonito; “negão”, alto,forte e a melhor das qualidades pra mim, o bom
humor!

Como era divertido, como sempre tinha histórias engraçadas pra contar,
tinha o dom de fazer as pessoas rirem e tinha o dom de não fazer
diferença entre elas, o que verdadeiramente me encantava. Brincava com
meus amigos os moleques da rua, até mesmo os mais “curubentos”,
crianças sujas, rs. Ele não ligava, as abraçava, as jogava para o alto
e tirava onda com elas, assim como eu, as outras crianças de perto de
casa  o adoravam!

Meu pai não enxergava a sujeira nas crianças, nem as feridas, os pés
sujos, ele só via crianças. Era a sensação que eu tinha.
Pai e mãe eram tão diferentes, enquanto ele só brincava, minha mãe, era
a que sempre exigia de mim disciplina, me enchia de regras e bons
modos, não pode isso, não pode aquilo...
_ Se sujar a roupa apanha!
_ Se derramar o leite também!
( O que nunca me impediu de ter uma infância maravilhosa! Brincar na
rua, correr descalça, pira esconde, empinar papagaio, roubar frutas,
pular muros, brigar na rua...)

Minha mãe, tinha apenas  o rigor, de quem precisava criar 5 filhos
sozinha,  sem dinheiro, sem instrução, e sem apoio ou estrutura
psicológica pra matar um leão por dia, da forma mais decente possível.
Já com meu pai, fumei o primeiro cigarro ainda aos 8, 9 anos ( o único
também), com ele também dei o primeiro gole de cerveja, ou
cachaça...Não lembro bem,mas foi também nessa idade. ( Também não
tomei gosto pela coisa). Ele se divertia e me apoiava nas minhas
traquinagens, por piores que fossem, gostava mesmo era de dar risadas!
E  acho que no fim das contas, um acabava equilibrando o outro na nossa criação.
Mas essa figura tão maravilhosa, encantadora e divertida que eu
chamava de pai, tinha decidido aproveitar muito ainda a vida, estava
sempre tão longe, vivendo milhões de “amores”, realizando todos os
seus desejos.

Nossa extrema necessidade no dia a dia, nunca foi uma preocupação real
pra ele, mas tudo bem, porque uma ou duas vezes por ano ele vinha, com
muito dinheiro enchia a  dispensa, a geladeira, nos enchia de
presentes caros, e a gente esquecia como os outros dias do ano, eram
difíceis, e nosso coração enchia de alegria, o pai estava de volta, o
cara mais legal do mundo!
E eu aproveitava pra dizer...
_ Pai, volta pra casa no natal!

Ele nunca me disse não, mas também nunca aparecia... E era nessa época
do ano, que minha mãe, a mulher mais forte que eu já conheci,
desabava, sem dinheiro para fazer qualquer coisa, e com uma solidão,
que doía em todos nós.

Todos os natais foram assim, até o ano de 1999...
Quando eu já jovem, estava no terceiro ano, do ensino médio, fiquei
sabendo que ele realmente viria pra casa em novembro, sensacional! Era
cedo ainda, mas eu já estava decidida a não deixá-lo ir por nada, o
amarraria, esconderia todas as suas roupas, fumaria seus cigarros pra
lhe fazer companhia se fosse o caso!

E ele veio mesmo, só que doente, sem poder andar, foi direto para o
hospital e lá não demorou muito para saber que ele estava desenganado
pelos médicos.

Fui visitá-lo, e ele me pediu para executar uma tarefa simples pra
ele, tão simples que eu não consegui, sai correndo do quarto e pedi a
minha irmã que fizesse. Eu não queria que ele me visse chorando, não
queria que minhas lágrimas o fizessem se sentir mais fraco.
Não conseguia acreditar, que aquele homem forte, alegre, independente,
estava morrendo...Toda força e alegria que sempre me motivaram, já não
existia mais.

Alguns dias depois, o levamos para casa, cheguei  do cursinho, ele
estava me esperando, esperou cada um de nós, disse palavras que
esperei ouvir a vida toda, pediu perdão, e falou de um amor, que achei
que nunca existisse no coração dele. Nem havia chegado dezembro ainda,
ele respirou forte pela ultima vez e morreu.

Foi como se todos os meus sonhos tivessem acabado, toda a esperança,
como se o chão tivesse sido aberto e eu não tivesse como me manter de
pé, não havia apoio, ninguém, nada.

Valeu-me o exemplo de força de minha mãe, a disciplina que ela sempre
exigia de mim.
Vesti branco no enterro, e fui para a escola no outro dia, a vida
continuava e eu precisava ser forte e cuidar de mim e de minha mãe,
nada mais.

Tudo foi  tão difícil, mas pelo menos, eu sabia que só podia contar
comigo, trabalhar alguns meses, para só depois poder fazer qualquer
curso, não esperar nada de ninguém,  foram três empregos ao mesmo
tempo,só  para poder pagar a faculdade ( promotora de vendas em um
supermercado, vendedora de roupas em outra loja e vendedora de
sorvetes nas praças ,durante o fim de semana).

Foi dando certo, só doía mesmo no natal e doía muito.
Até que esse ano, não senti mais falta, nem senti mais dor, escolhi
ficar com o sorriso fácil dele,  o bom  humor, a forma de fazer piada
da vida, e a forma única de olhar as pessoas, quer estejam limpas ou
sujas, como aquela crianças “curubentas” que brincavam comigo, que ele
afagava.

Da minha mãe herdei a força pra cada recomeço, quanto a disciplina
ainda estou nessa lição há anos, talvez seja a mais difícil de todas.
Errei, errei , errei pra caramba! Aprendi com os erro dos meus pais e
principalmente com os meus, quase sempre tenho um erro novo, mas
decido tentar acertar, na mesma proporção também.

Quero família legitima, aquela da ideia original de Deus, pai, mãe e filhos.
Já decidi, não vou ameaçar meus filhos se derramarem o leite, se
quebrarem o copo ou se sujarem a roupa, pessoas sempre valem e vão
sempre valer  mais do que coisas, qualquer coisa, dinheiro, alimento,
status.

Mas também não vou oferecer álcool e cigarro para eles. Quero um meio
termo, de tudo o que Deus me permitiu viver até aqui, e das coisas que
estou aprendendo ao longo do tempo.

A principal, é que nada se mantém ou subsiste sem Deus, o
resto...Confesso, que não sei direito ainda, mas a certeza de que Deus
está no controle, que ele realmente é a fonte, o inicio e o fim de
tudo, me tranquiliza e me  dá alegria constante para viver todos os
outros dias!

Há feridas que demoram para cicatrizar ,mas elas sempre cicatrizam!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Atrapalhada eu? Histórias de Ronilma

Por conta de uma infecção na garganta, esta semana tive que ficar uma tarde toda no hospital, quieta...Sem poder fazer quase nada.
 Na mão direita um soro, e  com a direita segurava o aerosol.

Enquanto isso, o telefone estava ali jogado no meu colo, com vibrações de alertas a cada 30 segundos...WhatsApp, Facebook, gtalk, ligações de pessoas que sabiam que eu estava só no hospital, mamãe, irmãos, amigos...Eu precisava atender!

Os enfermeiros passavam por mim a todo instante , estavam ocupados demais para se importar com um telefone tocando, seria o cúmulo da mordomia, pedir pra que atendessem minhas ligações.

Foi quando, comecei a sentir uma coceira súbita nas costas, olhei pro lado, havia uma moça com perna engessada por conta de uma queda de moto,  não dava pra contar com essa opção...O jeito foi usar a mão direita, com a qual  segurava o aerosol, como não tinha onde colocar o aparelho, tentei usar a torneirinha do aparelho pra matar a coceira, foi quando derramei metade do liquido que eu deveria inalar...Oh. oh.. Droga! Tinha que ser eu, senhorita atrapalhada, derramando o próprio medicamento! E olha que eu tinha procurando o hospital por iniciativa própria, sem pressões da família.


Aproveitei que já tinha derramado mesmo o liquido, e tirei uma foto..rs

domingo, 8 de dezembro de 2013

O mito da Alma gêmea

Uma das coisas que tem ajudado as pessoas a se esquivarem de qualquer responsabilidade pelo sucesso ou fracasso no casamento (em qualquer relacionamento), é o mito da alma gêmea.
A ideia é que todos temos  uma gêmea, alguém que com completará e nos fará perfeitamente felizes. Mas de onde surge essa ideia? Ela veio da mitologia grega.

De acordo com o mito o ser humano originalmente tinha quatro braços, quatro pernas, e uma cabeça feita de duas faces. Mas Zeus chamado todo-poderoso deus grego, temia o poder dos humanos e dividiu ao meio, condenando-os a passar o resto de suas vidas procurando pela outra metade, que os completaria.

Desde então, a maioria das culturas tem romantizado a ideia de que cada pessoa tem a sua alma gêmea, alguém que compartilha com ela uma afinidade profunda e natural no campo afetivo, simpático, amoroso, sexual e espiritual. Este conceito implica que as pessoas são as duas metades de uma alma e eu devem se encontrar para serem felizes.

Este mito está profundamente enraizado nas mentes da maioria das pessoas. Ele permeia grande parte das obras de dramaturgia, desde Hollywood até as novelas e filmes infantis. Quem já não assistiu uma cena tipica de filme onde a noiva entra na igreja, encontra o noivo no altar, mas esta´cheia de duvidas porque acha que aquela pessoa não é "sua outra metade"? E todos os telespectadores, somos levados a crer que , na verdade, a alma gêmea dela está ali entre os convidados (ou no aeroporto prestes a pegar o avião e ir embora, dependendo do filme que você viu), e ficamos torcendo para que ela não faça a besteira de ser casar com a pessoa errada. Então ela finalmente vira e sai correndo, abandonando o pobre coitado do noivo o altar, para se unir a "outra metade".

Até no meio cristão, apesar de não haver nenhuma base bíblica para a crença de que Deus teria criado uma alma gêmea para cada pessoa, muitos vivem orando para encontrar a sua "cara-metade", e com isso muitos ficam aterrorizados com a ideia de um relacionamento sério.

O mito apesar de romântico e atraente, elimina a necessidade de esforço da nossa parte..."não era pra ser..." Isso porque as pessoas não querem ter trabalho, querem as coisas prontas. É do carater do ser humano. Micro-ondas, café instantâneo, pílula para emagrecer...Felicidade num estalar de dedos.

Texto de  Cristiane Cardoso.


Moral da historia... São as peças diferentes que se completam no quebra cabeça, dentro de uma base onde Deus é centro, tudo é possivel, desde que haja responsabilidades, esforço e zelo um pelo outro (como na descrição perfeita de I Coríntios 13)

Só pessoas completas entendem ;)


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

CCJ da Câmara aprova exigência de diploma para jornalistas

PEC ainda será analisada por comissão especial antes de ir ao plenário.
Em 2009, STF derrubou exigência do diploma para exercer profissão.

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) aprovou nesta terça-feira (12) proposta de emenda à Constituição que estabelece a exigência do diploma de curso superior em jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência do diploma para jornalistas, mas não havia regra explícita sobre o assunto na Constituição Federal.
A PEC já foi aprovada pelo Senado e agora será analisada por uma comissão especial antes de ir ao plenário da Câmara. Se for alterada, terá de retornar ao Senado.  Pelo texto, a exigência do diploma será dispensada para “colaboradores” de meios de comunicação, como colunistas, e os profissionais que já atuam no setor.
Para o autor da proposta, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a obrigatoriedade de formação universitária para o exercício do jornalismo não fere a liberdade de expressão.
“Exigir formação acadêmica para a realização de uma atividade profissional específica, sensível e importante como o jornalismo, não é cercear a liberdade de expressão de alguém”, afirmou na justificativa do texto.
Para o senador, “é razoável exigir que as  pessoas que prestam à população esse serviço sejam profissionais graduados, preparados para os desafios de uma atividade tão sensível e fundamental, que repercute diretamente na vida do cidadão em geral”.
O relator da matéria na CCJ, deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), também defendeu, em seu parecer, a exigência do diploma.
“Respeitosamente, ousamos discordar  do entendimento firmado pela Excelsa Corte de Justiça (Supremo Tribunal Federal), pois  não vislumbramos  que a referida obrigatoriedade de diplomação para o exercício da atividade  profissional ofende a liberdade de pensamento, de expressão ou de  comunicação, independentemente de licença”, afirmou.

Supremo
A exigência do diploma foi derrubada em junho de 2009 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na ocasião, por oito votos a um, os ministros atenderam a um do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e do Ministério Público Federal (MPF), que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma.
O recurso contestava uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que determinou a obrigatoriedade do diploma. Para o MPF, o decreto-lei 972/69, que estabelecia as regras para exercício da profissão, é incompatível com a Constituição Federal de 1988.
Relator do processo, o presidente do STF, Gilmar Mendes, concordou com o argumento de que a exigência do diploma não está autorizada pela Constituição. Ele disse que o fato de um jornalista ser graduado não assegura qualidade aos profissionais da área. “"A formação específica em cursos de jornalismo não é meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros”", afirmou na ocasião.

fonte:G1

domingo, 10 de novembro de 2013

Viva!

Hoje foi um plantão daqueles!

Parecia que tudo estava acontecendo ao mesmo tempo, em  todos os cantos da cidade.

Meu colega de trabalho e eu tivemos trabalho pra caramba!

E numa dessas correrias, quaseeeee levamos o "farelo!" ( Apesar de já estar  acostumada com esses "quases")

Um ônibus que vinha em nossa direção, e o carro ao  lado que não abria passagem pra sairmos de frente do ônibus!Geralmente não tenho medo, confesso que curto tudo o que me dá adrenalina.

Mas hoje, fiz uma cara bem assim, e até pedi ajuda de Deus, fechando um dos olhos, bem desse jeitinho. rsrs.
Faz parte! Mas estamos vivos!





terça-feira, 22 de outubro de 2013

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo...

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. 

Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos. Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem. Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram. Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.

 Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi. Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto. Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir. Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.

 Já tive crises de riso quando não podia. Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva. Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar. Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros. Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros. 

Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz. Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava. Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali". Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. 

Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria. Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava. Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda. Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

 Não me deem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. 

Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: - E daí? EU ADORO VOAR!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Temporal causa tragédia em Terra Santa



Na noite de quarta feira, 09 de outubro, um forte temporal caiu no município de Terra Santa e uma Rabeta com 7 pessoas naufragou, 5 pessoas foram salvas por populares que ouviram o pedido de socorro e as socorreram, mas duas pessoas não conseguiram resistir e morreram. 

O naufrágio aconteceu por volta de 8 horas da noite a mais ou menos 1km das margens no Lago Algodoal, na Cidade de Terra Santa. As Policias: Militar e  Civil acompanharam e deram suporte à família das vítimas.

O seu Vublicinader, irmão de uma das vítimas, Mario Prata Barbosa, passou a noite inteira procurando o irmão, mas não conseguiu encontrá-lo. Pela parte da manhã do dia 10, as 7 horas, quando encontrou o corpo de Daiane Maciel .

O corpo do jovem Mario Prata Barbosa  foi encontrado  na manhã do dia  11,  e foi levado direto para o Cemitério Municipal onde foi sepultado, os familiares não se seguravam de tanta tristeza e vários acabaram desmaiando e foram levados para o Hospital Municipal para receberem atendimentos.
A sobrevivente Cássia Melo contou que  recebeu ajuda  de um colega para que não morresse,“ Segundo ela, um dos seus colegas a colocava em suas costas e nadava para que ela pudesse gritar por socorro. Outras vítimas não falaram, pois estão traumatizados com tudo que aconteceu eles.
Com informações de Serginho Bittencourt  - De Terra Santa.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Na prática não é tão legal...

O amor é dom supremo

I coríntios 13.

"... Não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
6 Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta"

Hoje a ciência e o conhecimento, me ajudaram a falar do teu amor...Naquilo que aos meus olhos e ouvidos, parecia impossível!

Eu seria hipócrita, se chamasse isso de "melhor experiência do mundo". Nunca é, quando machuca...Hoje vivi, uma das maiores batalhas do meu mundo. E venci. Só que não teve prêmio nenhum...

"Triste, alegre, triste, alegre", É bem assim mesmo. Mas, Indubitavelmente, Valeu a pena e como valeu a pena. Essa é uma das poucas coisas que tenho certeza nesse momento.
Valeu a pena.

domingo, 18 de agosto de 2013

Vips....


Que nada, só as penetras da festa!!! rsrsr Dani, Ronilma e Luti =)
 

sábado, 17 de agosto de 2013

Torre de celular cai e cidade do Pará tem corrida a orelhões



A queda da única torre de telefonia mudou a rotina do município de Terra Santa, no extremo oeste do Pará.
Sem o sinal da Vivo, a única operadora local, a cidade está parada há três semanas, sem internet e sem celular.

"A cidade está um caos, os serviços públicos e o comércio estão prejudicados, apenas alguns serviços bancários funcionam. A emissão de nota fiscal ficou impossível", diz a moradora Lene Machado.
A torre da Vivo, com 70 metros, caiu no dia 21 passado, após um temporal na cidade de 17 mil habitantes, a 900 km de Belém. Uma casa foi parcialmente destruída, mas ninguém se feriu.
Desde então os serviços de telefonia e internet estão fora do ar. Como apenas os telefones fixos estão em operação, há uma corrida aos orelhões daqueles que até então dependiam só dos celulares.
Longas filas se formam em frente aos telefones públicos.

Anteontem, em razão disso, um barco chegou à cidade com um carregamento urgente e não menos estratégico: dezenas de caixas cheias de cartões telefônicos.
Outra opção aos donos de celular reféns da torre da Vivo é buscar uma "ponta" de sinal de cidades vizinhas, já do lado do Amazonas.

O jeito tem sido subir em uma serra próxima à praça principal da cidade.
O Ministério Público do Estado e a Justiça local investigam as causas da queda da torre e os consequentes prejuízos ao município.

Os moradores pedem a mudança do local de instalação da torre de telefonia.
Em nota, a Vivo informou que "está prestando a assistência necessária" à família que teve a casa danificada com a queda da torre.

A empresa diz também que técnicos "trabalham ininterruptamente para restabelecer, no menor prazo possível, os serviços de telefonia móvel afetados pelo acidente"
 Folha de São Paulo  - Com informações de Ronilma Santos

Jornalismo Científico forma primeira turma na Amazônia

A primeira turma de jornalistas, em nível de pós-graduação, especializados em reportar temas científicos, termina o curso na próxima semana na Universidade Federal do Oeste do Pará, a UFOPA, em Santarém. Entre 21 e 24 de agosto os 23 concluintes, quase todos já profissionalizados, apresentarão os seus trabalhos de conclusão perante 14 bancas, que julgarão trabalhos de pesquisa realizadas em duplas ou individualmente. As apresentações serão abertas ao público, nas datas e horários conforme a programação no final desta postagem.
Na Amazônia, a ciência deve procurar compreender os processos próprios da região na sua relação com o mundo, os valores locais quase sempre referenciados à pesquisa externa à região
Os trabalhos finais, versando sobre variadas temáticas, serão apresentados sob a forma de monografias, reportagens para impresso, televisão, rádio e portais de internet e na forma de documentário. Contemplam questões conceituais como sustentabilidade, as relações entre jornalistas e cientistas, estratégias de comunicação, hidrelétricas e movimentos populares, o fenômeno das terras caídas na Amazônia, discurso ambiental, expansão imobiliária na região, pequenos cursos d'água, contaminação de rios, pesca, ciência na Amazônia, aquífero de Alter do Chão e comunidades extrativistas, entre outros temas.
A capa da revista que será lançada semana que vem
Quase todos os trabalhos privilegiam a cobertura e a apreciação crítica de pesquisas que se acham em andamento na própria UFOPA, uma das mais novas universidades brasileiras. Realizado desde 2011, nos meses de férias dos cursos de graduação, o curso contou com a colaboração de professores da própria universidade local assim como da UFPA, de Belém, da UFRN, de Natal, da Universidade Federal de Santa Catarina, de Florianópolis e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Professor Celson Lima trocou a Universidade Nova de Lisboa pela UFOPA. Num dos seminários no curso de Jornalismo Científico, ele expõe sobre o conceito de ciência
A iniciativa do curso partiu do reitor José Seixas Lourenço, dentro do projeto da nova universidade de produzir e socializar, de forma simples, os resultados da pesquisa para a comunidade regional e nacional. Trata-se de uma realização resultante de um acordo de cooperação técnico-científica entre a UFOPA e a UFPA, com a coordenação do prof. Manuel Dutra.
Um dos trabalhos realizados pela turma é uma coletânea de entrevistas com pesquisadores, resultando na edição de uma revista intitulada Jornalismo Científico e Pesquisa na Amazônia, que será disponibilizada na internet até o próximo dia 20 pela Editora Insular, de Santa Catarina. A revista é organizada pelos professores Samuel Lima e Manuel Dutra, que assinam a apresentação, que informa, nos dois primeiros parágrafos: 
Este livro digital traz uma coletânea de entrevistas realizadas pelos alunos e aunas do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo Científico, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), sediada na cidade de Santarém, no Pará, bem no coração da Amazônia. São trabalhos que se incluem nas tarefas da última disciplina, “Linguagens: Jornalismo, Ciência, Tecnologia”, que foi ministrada pelo Prof. Dr. Samuel Lima, da Faculdade de Comunicação da UnB, presentemente colaborador-docente do Departamento de Jornalismo da UFSC, em Florianópolis.

Não há aqui necessidade de realçar o aspecto de pioneirismo de tal iniciativa, notadamente numa região da qual o imaginário nacional/global distingue quase tão somente a natureza, processo que torna (quase) invisível a cultura e a ciência, isto é, o fazer humano aí existente e que, a cada dia, adquire maior consciência de sua responsabilidade local/global, no sentido de produzir conhecimento como que a partir de dentro e não mais, apenas, esperar que “viajantes”, como os de outrora, sejam os únicos a conduzir esse discurso iniciado no tempo das descobertas históricas..."
A seguir o sumário da revista em forma de e-book:

13 Um olhar sobre a pesquisa na Amazônia
Manuel Dutra, Samuel Lima

19 Prefácio – O mundo da ciência nas terras do Tapajós
Alessandra Carvalho

23 Insetos têm beleza natural, afirma pesquisador
Adenomar Neves de Carvalho, entrevistado por Lenne Santos

31 Fazer ciência na Amazônia depende do campo a ser pesquisado
Anselmo Alencar Colares, entrevistado por Ednaldo Rodrigues
e Ormano Sousa

41 Com um projeto de ciência e vida Celson liga a Amazônia à Europa
Celson Pantoja Lima, entrevistado por Ronilma Santos

51 Semiótica e libertação nas palavras: jogo, forma e estilo na literatura
Cristina Vaz Duarte da Cruz, entrevistada por Júlio César
Guimarães

61 Terras Caídas são fenômeno único que só o Rio Amazonas apresenta
Deize de Souza Carneiro, entrevistada por Alessandra
Guimarães Mizher e Gilmara dos Reis Ribeiro

71 A indústria do turismo em Santarém: potencialidades e grandes desafios
Erbena Silva Costa, entrevistada por Joab Ferreira e Milton Corrêa

81 Autorreconhecimento indígena: do estigma à consciência adquirida
Antropólogo Frei Florêncio de Almeida Vaz, entrevistado por Ercio do
Carmo Santos e Joelma Viana dos Santos

89 Pesquisas com animais peçonhentos podem salvar vidas
Hipócrates de Menezes Chalkidis, entrevistado por
Cristiane Sales e Márcia Reis

97 Terra-preta de índio é o ouro negro da Amazônia
Lilian Rebellato, entrevistada por Maria Lúcia Morais

107 Indígenas em solo socialista e capitalista; na Venezuela, quais as diferenças?
Majahua Tapuia, entrevistada por Jeso Carneiro

115 Conhecimento científico como base para construção
de uma nova Amazônia
Manuel Dutra, entrevistado por Moisés Sarraf

121 Peixes da Amazônia podem desaparecer com o aumento da temperatura
Marcos Prado Lima, entrevistado por Adriana Pessoa e Aritana Aguiar

131 Tecnologias da informação podem ajudar a vencer déficit histórico na educação
Paulo Henrique Lima, entrevistado por Raimundo Clecionaldo Vasconcelos Neves e Ambelino Minael Andrade Cunha

139 Mudanças climáticas e sustentabilidade no debate nacional sobre a Amazônia
Raimunda Nonata Monteiro, entrevistada por Fábio Pena

149  Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças.
Sandro Viegas Leão, entrevistado por Ailanda Ferreira Tavares e Alciane Ayres

157 A distância entre intenção e gesto na questão ambiental no Oeste do Pará
Antônia do Socorro Pena da Gama, entrevistada por Jota Ninos

165 Garimpos e desmatamento fazem do mercúrio um vilão dos rios e igarapés
Ynglea Georgina de Freitas Goch, entrevistada por Val Araújo


Programação
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ (UFOPA)
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (PROPPIT)
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM JORNALISMO CIENTÍFICO
Período: 21 a 24 agosto 2013
Dia 21 (quarta)
 1ª. BANCA
18 horas
Ailanda Tavares e Alciane A. da Mota
Orientadora: Raimunda Monteiro
Examinador: Célia Regina da Silva
Título: Livro-reportagem : Agricultura Familiar: merenda saudável para as crianças.
 2ª. BANCA
18 horas
Aritana Aguiar de Sousa / Márcia Cristina Pedroso
Orientadora: Célia Trindade Amorim (Socorro Veloso)
Examinador: Otacílio Amaral
Título: Jornalistas e cientistas: compreendendo as divergências
 3ª. BANCA
19h30
Ercio do Carmo Santos / Joelma V. dos Santos
Orientador: Manuel Dutra
Examinador: Célia Trindade Amorim
Título: As estratégias de comunicação do Movimento Tapajós Vivo
 Dia 22 (quinta)
 4ª. BANCA
9 horas
Adriana Pessoa Cunha /Alessandra Mizher
Orientadora: Alessandra Carvalho
Examinador: Manuel Dutra
Título: Conhecimento Popular e comprovações científicas do fenômeno Terras Caídas
 5ª. BANCA
18 horas
Gilmara dos Reis Ribeiro
Orientadora: Alessandra Carvalho
Examinador: Célia Regina da Silva
Título: O discurso ambiental no Jornal O Liberal
 6ª. BANCA
18 horas
Ambelino M. Andrade e Raimundo C. Neves
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Rosa Rodrigues
Título: Interação das mídias sociais no jornalismo esportivo
 7ª. BANCA
19h30
João Georgios Ninos e Ronilma Santos Silva
Orientador: Otacílio Amaral
Exminador: Célia Regina da Silva
Título: Caso Juá: expansão imobiliária em Santarém e as lições para uma cidade sustentável
 8ª BANCA
19h30
Manoel Ednaldo Rodrigues
Orientador: Manuel Dutra
Examinador: Alda Costa Título: Recepção radiofônica: a etnocenodramaturgia no rádio, na comunidade
de São Benedito do Ituqui, em Santarém – Pará
  Dia 23 (sexta)
 9ª. BANCA
18 horas
Milton José R.Corrêa
Orientadora: Alda Costa
Examinador: Rosa Rodrigues
Título:  A sobrevivência dos igarapés na Amazônia Paraense: Um estudo de caso com o igarapé Urumari em Santarém - Pará
 10ª. BANCA
19h30
Jeso Carneiro
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Alda Costa
Título: Morte e revelação nas entranhas da piracatinga (video reportagem)
 11ª. BANCA
19h30
Cristiane Sales
Orientador: Raimunda Monteiro
Examinador: Célia Amorim
Título: O processo de contaminação do Rio Tapajós
 Dia 24 (sábado)
 12ª. BANCA
8h30
Ormano Sousa
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Célia Amorim
Título: Jornalismo científico na Amazônia...
 13ª. BANCA
9h30
Joab Ferreira e Valdilene Trindade
Orientador: Anselmo Colares
Examinador: Otacílio Amaral
Título: Aquífero Alter do Chão
 14ª. BANCA
9h30
Fábio Rodrigues Pena
Orientadora: Alessandra Carvalho
Examinador: Rosa Rodrigues
Título: Comunidades tradicionais da Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns
 
Extraído do Blog Manuel Dutra