terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ritmo lento das postagens

Olá você que de vez em quando passa por aqui, inegavelmente as atualizações estão bem lentas. É por conta da proximidade do plebiscito.
Mas sempre que arranjar um tempinho, volto a atualizar esse "projeto de blog".

Abraços, bom dia!" E vamos votar SIM no dia 11 de dezembro, informe-se, lute, não desista!

Para confirmar sua opinião, vote 77 confirma duas vezes!


Ronilma.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

(...)

(#@$%¨&*)...Apesar desse meu vicio de escrever o que sinto, como terapia, estou aprendendo que as vezes a unica solução é não falar nada. (!)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

[Programa 5] Frente Pró Estado do Tapajós (exibido em 16/11/2011)

O conceituado jornalista/economista Paulo Henrique Amorim, fala porque e´favorável a criação do Estado do Tapajós.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Tire suas dúvidas sobre o plebiscito

Documentos necessários

Documento oficial com foto (carteira de identidade; certificado de reservista; carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação). O titulo não é obrigatório, mas facilita a identificação de sua seção de votação.


Justificativa

O eleitor que estiver em um município do Estado do Pará diferente do seu domicilio eleitoral poderá justificar sua ausência no dia do plebiscito em qualquer local de votação. Quem estiver fora do Estado, apresentará a justificativa em Cartório Eleitoral. O prazo limite é 9 de fevereiro de 2012.


Perguntas que aparecerão na Urna


*você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?

*Você é a favor da divisão do Estado do Para, para a criação do Estado do Carajás?

*A votação será feita nos números 77 sim ou 55 não, para cada pergunta que aparecer na urna.

Horário

No dia 11 de dezembro, o eleitor poder votar de 8 ás 17 horas, horário de Belém.

Obrigatoriedade

O voto é obrigatório a todas as pessoas que tenham o Pará como domicilio eleitoral, independente de serem ou não paraenses.


Calendário do Plebiscito


16 de novembro – Último dia para as frentes, a OAB e MP indicarem os técnicos que, como seus representantes, participarão da Cerimônia de Assinatura Digital e lacração dos Sistemas a serem utilizadas.


21 de novembro – Último dia para o Tribunal Superior Eleitoral apresentar às frentes os programas a serem utilizados nos plebiscitos.


23- Último dia para o Tribunal Superior Eleitoral compilar, assinar digitalmente, gerar resumos, (hash) e lacrar todos os programas-fonte, programas-executáveis, arquivos fixos, arquivos de assinatura digital e chaves públicas.


1 dezembro – Data a partir da qual o Tribunal Regional |Eleitoral do Pará informará dados referentes à localização de seções e locais de votação.

_Último dia para o eleitor requerer a segunda via do título eleitoral dentro do seu domicilio eleitoral.


6 de dezembro – Data a partir da qual, e até 48 horas depois do encerramento dos plebiscitos, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou ainda, por desrespeito a salvo-conduto.


8 dezembro – Último dia para a divulgação de propaganda política mediante comícios e reuniões públicas e a utilização de aparelhagem de sonorização fixa entre as 8 e as 24 horas.

_Último dia para a realização de debates e propaganda gratuita no rádio e na televisão.


9 de dezembro – Último dia para a divulgação de propaganda eleitoral paga, na imprensa escrita, e para a reprodução do jornal impresso, na internet


10 de dezembro – Último dia, até s 22 horas, para a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som, divulgando jingles ou mensagens das frentes.


11 de dezembro – A partir das 17 horas – Emissão dos boletins de urna e inicío da apuração e da totalização dos resultados


19 de dezembro – Último dia para o Tribunal Regional Eleitoral do Pará divulgar o resultado dos plebiscitos.


Fonte: Site do Tribunal Superior Eleitoral.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Mudança - Parte I

15 de novembro / Proclamação da República

Em meio a essa agitada conjuntura politica que estamos vivendo aqui em Santarém/ Pará, por conta da histórica oportunidade de criação dos estados de Tapajós e Carajás, e por eu estar envolvida nela até o pescoço...Mudei de casa, e tinha que ser justamente hoje?

Por conta de reformas em casa, minha familia e eu nos mudamos temporariamente para "Nova Jersey", também conhecida como Nova República. rsrs

Mas, ainda não tive tempo nem para arrumar minhas coisas, foi tudo jogado nas malas, caixas, sacolas, tudo de qualquer jeito..arg!Inegavelmente sou bagunceira, mas dessa vez a culpa da bagunça foi mesmo do ofício - juro!

Enfim chegamos, desarrumar e arrumar tudo se assemelhou a uma verdadeira operação de guerra: 4 mulheres para montar e parafusar uma cama, é mesmo um trabalho de equipe! Que envolve troca de idéias, conhecimento empiríco, misturado com o inutil , fisica, blá, blá, bla, teorias que quando aplicadas, resultam em... fazer o serviço várias vezes, até a barriga doer de tanto rir e enfim colocar o bendito parafuso no lugar certo, por já não ter absolutamente nenhum lugar errado para se colocar. Bingo!!!

...Nova República, um bairro de grandes contrastes. Eita! Ai, God!! Amanhã, vou acordar pelo menos 1 hora mais cedo, para não me enrolar muito pra pegar o ônibus..

Depois continuo essa história, o cansaço é grande e ainda não conseguir sequer, achar os meus....as minhas....éh.. os meus "brincos". E o que isso tem haver com a situação politica citada no inicio do texto?

Deixa pra lá a campanha continua, tenho muito trabalho amanhã. Mas... ainda não consiguir achar os meus brincos, e onde será que minhas meias estão?

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

50 coisas que (quase) todo jornalista já viveu

Do blog Desilusões perdidas

Qual o jornalista que nunca perdeu um puta tempo procurando um telefone num bloquinho velho de anotações? Que nunca esqueceu o nome de um entrevistado? Trocou o nome de um entrevistado? Nunca prometeu largar o jornalismo por um emprego decente? Acabou a noite num bar para comemorar... para comemorar o que mesmo? Teve um branco em frente à tela do computador? Perdeu um texto inteiro que tinha esquecido de salvar? Passou a madrugada escrevendo um frila para entregar no dia seguinte bem cedinho?

Qual jornalista nunca disse “mês, faz isso comigo, não, acaba logo, vai, por favor”? Ficou todo babão com uma matéria publicada? Fez uma merda enorme e passou o resto do dia se sentindo mal? Ganhou um elogio e passou o resto do dia se sentindo bem? Pensou em ganhar dinheiro escrevendo um blog? Fez um belo nariz-de-cera? Achou que sabia mais do que realmente sabia? Tomou chá de cadeira de entrevistado? Precisou explicar para um tio que, embora seja jornalista, não trabalha na Globo? Ficou com preguiça de ouvir a gravação de uma entrevista? Saiu frustrado de uma coletiva por não ter tido tempo ou coragem de fazer uma pergunta? Teve dúvida sobre como escrever “exceção”? Cochilou numa aula de Teoria da Comunicação na faculdade?

Se arrependeu de aceitar um frila trabalhoso por uma merreca de grana? Caiu de pára-quedas numa pauta? Teve uma pauta que caiu na última hora? Sentiu medo de não conseguir terminar um texto até o deadline? Chegou atrasado a uma pauta? Qual o jornalista que nunca foi chamado de jornaleiro na família? Almoçou porcaria na padoca? Deixou de almoçar? Folgou numa terça ou quarta-feira? Contou uma piadinha num velório de famoso? Xingou um assessor de imprensa em pensamento? Teve sensação de poder com uma credencial no pescoço? Ganhou jabá bem chinfrim? Trabalhou até em sonho? Se imaginou escrevendo “a matéria”, daquelas de mudar os rumos do país?

Recorreu ao “até o fechamento desta edição fulano de tal não foi encontrado”? Passou um carnaval ou um ano-novo de plantão? Pensou em trocar de editoria? Qual jornalista nunca se iludiu? Nunca se desiludiu? Se desiludiu um pouquinho mais? Reclamou do salário? Falou mal de outro jornalista? Comprou rifa com nome de mulher para ajudar algum motorista? Pensou em ganhar um prêmio? Uma menção honrosa? Foi a uma pauta só para paquerar um(a) repórter de outro jornal? Desistiu de trocar o jornalismo por um emprego decente? Qual jornalista nunca se sentiu um pouco bipolar?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Um cordel do Pedro Barreto sobre o Big Brother

Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você

O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

16:56 O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bial
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

FIM

NOVOS ESTADOS, NOVAS OPORTUNIDADES


Vantagens para os servidores públicos

João Paulo, 45 anos, casado, há 13 é servidor público mora em Belém e trabalha em Altamira a quase 1.000 quilômetros de distância! Por conta disso, vê a família somente a cada 15 dias.

“Gostaria de passar mais tempo com minha esposa e filhos” diz ele, desolado, ao constatar que isso é impossível neste momento, “para sustentar minha família tenho que me sacrificar e ficar longe dela”.

Cristiane Lopes, 34 anos, solteira, nasceu em Belém, há um ano passou num concurso público, na área de enfermagem para o município de Curuá, oeste do Pará.

Cristiane tem um filho de seis meses e sempre que precisa se deslocar para trabalhar em comunidades do interior da cidade, ela prefere enviar o filho, juntamente com a babá, de barco para Santarém, onde também têm parentes. Pois mandá-lo para Belém onde estão os avós maternos, ficaria muito mais distante.

Como mãe, teme pela segurança do filho, que mesmo sendo tão novo precisa se sujeitar a diversas viagens, mas ela sente-se mais segura ao deixar a criança em companhia dos tios e primos no período em que por conta do trabalho, precisa ficar até 20 dias longe do filho.

Esse problema não afeta apenas João Paulo e Cristiane Lopes, como eles, centenas de servidores públicos do estado do Pará de diversos órgãos estaduais, civis e militares, passam pelo mesmo drama, após passarem em concursos públicos ou optarem por negócios particulares que necessitam deslocar-se para outras regiões do estado. Mas, isso pode ser resolvido, caso a criação dos estados de Tapajós e Carajás venha se tornar realidade após o plebiscito marcado para 11 de dezembro deste ano.

A esperança de pessoas como as citadas acima é que a criação das novas unidades federativas possibilite o surgimento de novas vagas e estes possam optar pelo seu remanejamento para as novas áreas. O exemplo do que ocorreu no Estado do Tocantins – última unidade da federação, criada em 1988, através da Constituição – os funcionários públicos que fizeram opção pelo novo estado tiveram assegurados seus direitos trabalhistas, como tempo de serviço, progressão e estabilidade funcional, além de terem sido premiados com a redução de dois anos na contagem do tempo para efeito de aposentadoria.


No capítulo 13 das Disposições Transitórias da Constituição de 1988, onde ficou definida a criação do novo estado, as regras apontadas para resolver a questão dos servidores, aponta para a lei nº 31 que criou o Estado do Matogrosso do Sul, em 1977.

“Eu vou votar 77, na certeza de que vou poder viver mais perto de minha família”, diz exultante João Paulo, contendo uma lágrima nos olhos.

*Dos entrevistados, João Paulo é um nome fictício, por temer algum tipo de represália

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Santarém define ações da campanha do "SIM"

Tapajós e seis comitês da campanha do “SIM” existentes em Santarém se reuniram na noite de ontem, na sede da Frente, para definir ações a serem desenvolvidas todos os dias da semana até ao dia do Plebiscito. A ideia é desenvolver uma grande campanha por meio de blitz, adesivagem de carros, motos, fixação de cartazes em casas, prédios, embarcações, palestras e caminhadas. Ficou definido que cada comitê terá liberdade para adotar o próprio método a ser desenvolvido, porém haverá dias em que todos farão uma ação unificada para acelerar o ritmo da campanha. Além de Santarém, a campanha pelo Sim vem sendo intensificada nos 27 municípios que irão compor o estado do Tapajós, todos receberam uma boa quantidade de cartazes e adesivos para fortalecer a mobilização nas ruas. No campo cultural também serão desenvolvidas ações para massificar o voto no Sim. Uma peça de teatro contando a história de uma grávida na Transamazônica está sendo preparada para ser apresentada em Belém. Uma equipe de Santarém se deslocará para a capital, com a finalidade de ajudar no trabalho de convencimento dos belenenses. Ivo Rabelo – coordenador do Comitê Pró- Estado do Tapajós da grande área do Aeroporto Velho, tem concentrado ações em reuniões, palestras em praças publicas, panfletagens e cartazes. O coordenador promete intensificar o trabalho, “essa é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada, o momento é do povo ouvir, ouvir para entender o que de fato está acontecendo, um momento histórico que estamos vivendo” disse. Representantes de diversos segmentos da sociedade estão envolvidos nos comitês, um deles é Jean Carlos, pastor da Igreja Presbiteriana Independente, e um dos coordenadores do comitê da grande área do Santarenzinho “Eu tomei a decisão de me envolver no movimento, porque eu quero ser mais uma voz que grita, para tirar um povo que vive na miséria, miséria de recursos, ideias e sonhos, essa é nossa vez! concluiu o pastor.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O seguidor número Vinte e....?

Olha só que legal! Meu blog tem mais um seguidor ilustre!

É o Joab Ferreira, editor chefe do Jornal de Santarém, meu colega de pós-graduação e também um grande amigo.

Joab é o seguidor número vinte e...Vinte e ....
Acho melhor não dizer... Se bem que ele é jornalista, não vai ter preconceito com uma simples numeração.

Bom, aprendi que no jornalismo não pode haver eufemismo. Ou é ou não é, e pronto!

Bom, o fato é que acho que o "Joazinho" parece gostar tanto do meu blog, que resolveu seguir duas vezes, olha a fotinho dele lá repetida. rsrsr
Na verdade, ele seria o ilustre seguidor número 23, mas como seguiu duas vezes, é o 24!Hahahahahaah! Ai esse João é mesmo uma figura!

João, você é muito querido, meu amigo, colega e grande escritor, um dos meus favoritos!
Fazer as pessoas rirem, não é tarefa fácil não.

Por isso eu leio e recomendo o Blog do Joab Ferreira

Por que jornalistas namoram jornalistas?

Por Duda Rangel

Porque eles freqüentam sempre as mesmas redações, os mesmos bares de jornalista, festas de jornalista, eventos para jornalista.

Porque jornalista adora apresentar um amigo jornalista encalhado para uma amiga jornalista encalhada.

Porque pobreza atrai pobreza.

Porque só um jornalista entende as neuras do outro.

Porque só um jornalista suporta o papo de jornalista do outro.

Porque é doce a ilusão de, um dia, se tornar o novo casal 20 do Jornal Nacional.

Porque um não pode rir da desgraça do outro.

Porque, assim como ela, ele gosta de usar camisa xadrez, de ouvir Chico e Caetano, de protestar contra tudo, e essa afinidade toda deve ter algum significado cósmico que unirá estas duas almas jornalísticas para todo o sempre.

Porque o namorado(a) anterior era publicitário(a) e descobriu-se, assim, que tem coisa pior que jornalista neste mundo.

Porque jornalistas são metidos mesmo e querem cruzar apenas entre si para perpetuar a pureza da espécie.

Porque o amor é cego e surdo e estúpido, nunca ouviu isso, não?

Porque é preciso ter alguém para ler os seus textos antes de mandar os frilas para a editora.

Porque, como os dois ralam pra cacete e vivem fazendo plantão, o risco de um cornear o outro é bem menor.


Porque algum(a) ex de outra profissão deve ter jogado uma praga daquelas bem fortes, do tipo vocês jornalistas se merecem, manja?

Porque essa coisa de ser meio anti-herói e esquisito tem um charme que só outro jornalista é capaz de perceber e deixar-se seduzir.

Porque só jornalistas conseguem envelhecer ao lado de jornalistas.

Porque jornalista é um bicho burro mesmo. Com tanto engenheiro rico e empresária bem-sucedida por aí, vai escolher logo outro jornalista?
Faça-me o favor.


domingo, 6 de novembro de 2011

Plebiscito - do jeito como está posto, pode ser perda de tempo, dinheiro e emoções

Blog do Manuel Dutra
SOBERANIA POPULAR OU ENGODO?

Todo o circo armado à espera da tal “consulta soberana” aos eleitores paraenses não passa de uma grande encenação. Se os senadores e os deputados federais é que vão dizer se aceitam ou não a existência de novos Estados, para que serve este plebiscito? Por que os congressistas não se reúnem, pura e simplesmente, para, entre eles, decidirem a parada?

A Constituição Federal determina, no artigo 14, que “a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos e, nos termos da lei, mediante: plebiscito, referendo, iniciativa popular...”

O Aurélio ensina que o plebiscito é o “voto do povo, por sim ou não, sobre uma proposta que lhe seja apresentada”. Soberania é um termo que indica que, quem ou o ente a exerce, tem a última palavra, não deve explicações a ninguém. O soberano está acima de todos e de tudo, tal como esse conceito se aplica à soberania nacional, por exemplo.

Ora, se a Constituição determina que o voto popular, no caso de plebiscito, é soberano, haveria, então, uma quebra da norma constitucional na forma como este plebiscito de dezembro está posto para decidir sobre a criação de novos Estados no atual território do Pará. Se o voto popular é soberano, o resultado da consulta não deveria mais passar por nenhuma outra instância. Mas não é o que ocorre: o Congresso é que vai dizer se esse voto é “soberano”, aprovando ou não aprovando o Sim, caso seja este o resultado.

Ainda mais: se o plebiscito resultar no Não, o Congresso não precisará se pronunciar. Por que não? Só no caso do Sim? A soberania só existiria, então, para aqueles que não desejam ver criados os novos Estados? Isso está no artigo 4º. da Lei 9.709 de 18 de novembro de 1998. Está lá?: “A incorporação de Estados entre si, subdivisão ou desmembramento para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, dependem da aprovação da população diretamente interessada, por meio de plebiscito realizado na mesma data e horário em cada um dos Estados, e do Congresso Nacional, por lei complementar, ouvidas as respectivas Assembléias Legislativas”.

Prossegue a lei: “Proclamado o resultado da consulta plebiscitária, sendo favorável à alteração territorial ..., o projeto de lei complementar respectivo será proposto perante qualquer das Casas do Congresso Nacional”. Logo, o povo não é soberano, como diz esta própria lei e a Constituição.

Percebe-se aí uma miscelânea legal que dá razão aos historiadores, segundo os quais o poder central brasileiro, desde a época em que a capital estava do outro lado do Atlântico até Brasília de 2011, esse poder central é avesso a qualquer forma de debate sobre os mal traçados limites internos do Brasil. Só no palavrório o Brasil é uma federação, que o digam os governadores quando tratam, por exemplo, da chamada Lei Kandir, especialmente aqui no Pará.

Por isso, todo o circo armado à espera da tal “consulta soberana” aos eleitores não passa de uma grande encenação. Se são os senadores e os deputados federais que dirão se aceitam ou não a existência de novos Estados, para que serve este plebiscito? Por que os congressistas não se reúnem, pura e simplesmente, para, entre eles, decidirem a parada?

Dessa forma, se evitariam gastos públicos, tempo, e a sociedade paraense não precisaria meter-se no que está metida: uma crescente e perigosa dissensão interna, envolvendo milhões de pessoas, muitas das quais se desgastando emocionalmente, já que a razão é mercadoria escassíssima nesse “debate”. Debater o quê, se o povo está legalmente sendo enganado e chamado para uma encenação desnecessária?

Asteróide vai passar entre a Terra e a Lua na terça-feira à noite


O asteróide 2005 YU55 vai rasar a Terra na próxima terça-feira à noite, às 23h28, dando uma oportunidade rara dos astrónomos poderem observar um destes corpos tão perto.

O YU55 mede 400 metros de diâmetro e foi descoberto em 2005. A rota do asteróide vai passar no ponto mais próximo da Terra, a apenas 325.000 quilómetros de distância, 0,85 da distância entre a Terra e a Lua. Os astrónomos que monitorizam a sua órbita garantem que não há qualquer risco de acertar nem na Terra, nem na Lua.

“Isto não é potencialmente perigoso, é apenas uma boa oportunidade para estudar um asteróide”, disse Thomas Statler, da Fundação Nacional de Ciência (FNC), Estados Unidos, citado pela AFP. A oportunidade é especial, desde 1976 que nenhum corpo passava tão perto da Terra e só em 2028 é que um fenómeno destes voltará a repetir-se.

Um asteróide com 400 metros seria capaz de causar uma devastação regional, mas em relação à órbita do YU55, um dos 1262 asteróides com mais de 150 metros de diâmetro que a NASA considera serem potencialmente perigosos, não haverá uma colisão pelo menos nos próximos 100 anos.

Segundo os modelos computacionais, o mais provável é que as rotas do planeta e do asteróide nunca colidam, mas a aproximação do objecto na noite de terça-feira, que vai ser observada por duas antenas de telescópios terrestres, irá dar mais informação sobre o futuro da sua trajectória.

Aliás, milhares de astrónomos de todo o mundo não vão perder a oportunidade de observar o fenómeno. “Não vai ser visível a olho nu. É necessário ter um telescópio com uma lente de pelo menos 15 centímetros para se ver algo”, disse Scott Fisher, director da divisão de Ciências Astronómicas da FNC, citado pela AFP. “Para tornar a observação ainda mais difícil, [o asteróide] vai mover-se muito rápido pelos céus.”

O YU55 faz uma rotação a cada 18 horas e é um asteróide do tipo C, ou seja, é rico em carbono. Terá um ar poroso e muito escuro. Segundo o que já foi observado, o asteróide está cheio de crateras.

Fonte:Revista Super Interessante

(Um telescópio ia bem agora....)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PESQUISA SOBRE TEMPERATURA EM 5 CIDADES DA AMAZÔNIA PODE MUDAR A VIDA E HÁBITOS DA POPULAÇÃO.

Por Cristiane Sales

O clima urbano pode sofrer modificações de acordo com ação humana. A derrubada de árvores, a queima excessiva de lixo só faz com que os dados sobre a temperatura venham a aumentar a temperatura. A liberação do gás CO² na atmosfera ainda é alto. A estrutura urbanística da cidade é um fator de influência do clima na cidade.


Há indícios de que a temperatura venha a aumentar com o passar dos anos, é o que mostra o estudo feito pelo metereologista da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), João Feitosa. Ele diz, que a população não pode confundir, mudanças climáticas com clima urbano, e que há uma diferença. Nós temos aqui as chamadas mudanças climáticas e clima urbano, o clima urbano é aquilo que nós estudamos hoje sobre as ilhas de calor, eu to interessado em saber se tá aumentando a temperatura do ar em algumas cidades aqui da Amazônia, fala o metereologista sobre a pesquisa.

Em Santarém, Oeste do Pará a reclamação que se ouve em relação à alta temperatura é constante. Pelas ruas as pessoas usam guarda sol bebe água de cocô como forma de aliviar o calor, “o calor é tão grande que preciso ficar me abanando”, diz a gerente comercial, Darliene Justo.

Há quase 20, 30 anos atrás não se vivia um calor como este, diz o pesquisador. Os estudos feitos por um grupo da UFOPA, coordenador pelo professor vem investigar a chamada “ilha de calor”, ou seja, o aumento da temperatura média do ar de acordo com o crescimento e estrutura da cidade, diz Feitosa.


O estudo iniciou no ano de 2009, e é financiado pelo CNPQ (dfnn ). Macapá, Belém, Manaus, Santarém e Porto Velho são as cidades monitoras. O estudo é desenvolver o monitoramento do clima urbano em cidades de diferentes tamanhos na região amazônica brasileira. O relatório deve ser publicado até o ano que vêm.


A população pode adotar medidas que venham a amenizar o problema, isso vai mudar a rotina e vida da população destas cidades. Feitosa orienta que é preciso diminuir a quantidade de gases na atmosfera com medidas simples, mas que fazem a diferença. Com a organização e planejamento para construção de residências, o uso de telhas de brasilit pintadas de preferência na cor branca e ainda não fazer queimadas.


Silêncio

Não se preocupe, o meu silêncio não tem tradução

Hora é armadura, hora e´ precaução.

Outras é só birra e raiva...por esta situação.

Mas no geral, meu silêncio tem sido a minha proteção

Minha e sua, desta louca e interminável situação.

Um escudo, um alivio, e até mesmo admoestação

Hoje eu prometo ficar em silêncio...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Mulher incendeia casa de amiga que a excluiu do Facebook


Tem gente levando o Facebook a sério demais… Uma mulher nos EUA ateou fogo na casa da amiga. O motivo, aponta a polícia: não gostou de ser excluída da lista de amigos.

Tudo começou quando Jennifer Christine Harris e Nikki Rasmussen, amigas de longa data, resolveram fazer uma festa. E fizeram convites pelo Facebook, por meio de uma página de eventos. O problema é que várias pessoas não quiseram participar. E as duas começaram a brigar pela rede.

Até que Nikki resolveu deletar a amiga. “Eu a bloqueei também, assim não via o que ela dizia. Mas temos amigos em comum, que podiam ver os posts. E ela ficou muito brava, começou a me xingar.”

Jennifer foi presa após a garagem da casa da amiga pegar fogo. Ninguém se feriu. A polícia acredita que há provas que sustentem a prisão, segundo o jornal Desmoines Register.

Universidade Federal do Oeste do Pará completa dois anos de criação

Situada em Santarém (PA), a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) completa dois anos de existência no dia 5 de novembro de 2011. Primeira universidade pública federal sediada no interior da Amazônia, a UFOPA tem como objetivo principal a interiorização de atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão de qualidade e contextualizadas para a região. A instituição já possui mais de seis mil alunos (5416 de graduação e 611 de pós-graduação), além de 444 servidores concursados, sendo 222 professores (90 doutores e 132 mestres) e 222 técnicos administrativos.

“Temos muito a comemorar nesse segundo ano, porque estamos imprimindo um ritmo bastante forte de consolidação da universidade”, comemora o reitor pro tempore da UFOPA, Prof. Dr. José Seixas Lourenço. “O primeiro grande fruto que colhemos é a consolidação da nossa estrutura acadêmica. O segundo foi ter tido êxito no processo de atração e fixação de recursos humanos, pois não se implanta um modelo acadêmico diferenciado e inovador sem capital humano qualificado”.

Criada pela Lei nº 12.085, de 5 de novembro de 2009, a partir da incorporação das unidades da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) em Santarém (PA), a UFOPA tem a missão de socializar e produzir conhecimentos, contribuindo para a cidadania, inovação e desenvolvimento na Amazônia. Outro desafio assumido pela instituição é ser referência na formação interdisciplinar, visando a integrar sociedade, natureza e desenvolvimento.

“Primeiro nos preocupamos em atrair e fixar recursos humanos. Agora estamos consolidando a estrutura física da universidade, inclusive com o apoio dos profissionais que contratamos, por meio de concurso público, na definição dos espaços e dos laboratórios. Também estamos sendo bem sucedidos no pleito que temos feito às agências CNPq, Capes e Finep, com relação a bolsas, compra de equipamentos e material bibliográfico”, afirma o reitor.

Com um modelo acadêmico inovador, baseado nos princípios da interdisciplinaridade e da educação continuada, a universidade está estruturada em seis unidades acadêmicas: o Centro de Formação Interdisciplinar (CFI), responsável pela oferta do primeiro semestre, comum a todos os alunos ingressantes na instituição; e cinco institutos temáticos focados em grandes áreas de conhecimento e interesse para a região: Instituto de Biodiversidade e Florestas (IBEF), Instituto de Ciências da Educação (ICED), Instituto de Ciências da Sociedade (ICS), Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA) e Instituto de Engenharia e Geociências (IEG).

Além de ofertar mais de 30 cursos de graduação (bacharelados interdisciplinares, licenciaturas integradas e formações graduadas específicas), a UFOPA já possui dez cursos de pós-graduação, sendo três mestrados (Recursos Naturais da Amazônia;Recursos Aquáticos Continentais Amazônicos e Matemática em Rede) e sete especializações (Direitos Humanos e Políticas Públicas; Sociedade, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável na Amazônia; Agroecologia; Jornalismo Científico; Manejo de Florestas Tropicais; Gestão Escolar; Educação Infantil).

A UFOPA foi uma das primeiras universidades do país a optar pelo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como único critério de acesso, dando fim ao “vestibular”. O expressivo aumento no número de vagas ofertadas, de 300 para 1200, já no processo seletivo de 2011, também é outro fato que merece ser comemorado. Mais 1.200 vagas serão ofertadas para o ano letivo de 2012, contribuindo para a formação de um número cada vez maior de profissionais qualificados na região. Outra inovação é o fato de o aluno fazer a escolha do seu curso ao longo do seu percurso acadêmico, possibilitando assim uma escolha mais consciente da sua futura profissão.

A universidade também avança na implantação da sua infraestrutura. Situado na entrada do Campus Tapajós, o prédio do Centro de Formação Interdisciplinar (CFI) é a primeira edificação construída para atender às demandas da jovem universidade. Com 20 salas de aula e dois auditórios, com capacidade total para 600 pessoas, o prédio está sendo utilizado por diversos segmentos da comunidade acadêmica desde o início do segundo semestre letivo deste ano.

No Campus Rondon, a expectativa é com a finalização das obras do prédio do Instituto de Ciências da Educação (ICED). O prédio terá quatro andares, onde funcionarão as diversas licenciaturas ofertadas pela instituição.

Mais informações no sítio www.ufopa.edu.br.

Grande ação para fixação de cartazes nos barcos

Uma grande ação, para fixação de cartazes nos barcos que estão ancorados na orla de Santarém, vai acontecer no próximo Sábado (05/11), às 8 horas da manhã.

Os interessados em participar deste importante momento estão convidados a estarem conosco em frente ao Mercadão 2000, onde será a concentração.

A finalidade da ação é potencializar o visual da campanha em prol do estado do Tapajós, em todas as cidades do Oeste e comunidades ribeirinhas.

Vamos lá, à hora é agora!

Teste vocacional para jornalistas

Você tem aptidões para o jornalismo? Se ainda não entrou na faculdade, é hora de descobrir. Se já se formou, saiba se fez a escolha correta. Ou uma grande cagada.

No teste, são apresentados 20 pares de atividades, com as letras “A” e “B”. Anote uma das opções. No final, confira o resultado.

Você prefere...


A) Banco Imobiliário.
B) Detetive.


A) Pagar uma grana alta por um show.
B) Entrar de graça em eventos culturais.

A) Ter que se arrumar todinho para trabalhar.
B) Poder ir desleixado ao trabalho na maioria das vezes.

A) Ir a um churrasco num domingão de sol.
B) Trabalhar num domingão de sol.

A) Degustar um elegante Romanée-Conti.
B) Não se importar em tomar uma Kaiser.

A) Viver trancado num escritório.
B) Bater perna na rua.

A) Pedir sempre o número 1 no McDonald´s.
B) Ir a uma boate gay mesmo sendo hétero.

A) Não ter que pedir uma carona, por vergonha.
B) Tomar banho nu no lago do vizinho.

A) Lidar com planilhas, gráficos, metas.
B) Lidar com gente.

A) Fazer refeições equilibradas a cada três horas.
B) Almoçar coxinha na padaria (quando der).

A) Ver o crescimento dos filhos.
B) Viver as relações familiares remotamente.

A) Viajar todas as férias para a Europa.
B) Viajar para a colônia de férias do sindicato (se tiver férias).

A) Aceitar a vida passivamente.
B) Ser um eterno descontente.

A) Ter medo da morte.
B) Negociar com a morte.

A) Viver com o fone do iPod no ouvido.
B) Escutar a briga entre seus vizinhos com o copo na parede.

A) Andar de carrossel no parque de diversões.
B) Andar de montanha-russa.

A) Contar o dinheiro ganho na Bolsa de Valores.
B) Contar histórias.

A) Planejar o futuro.
B) Viver intensamente o presente.

A) Ser interessante.
B) Ser interessado.

A) Acreditar em ETs, duendes e testes vocacionais.
B) Desconfiar do mundo.

Resultados:

Se a maior parte de suas respostas foi a letra “A”, você não tem a mínima aptidão para ser jornalista. Vai desistir no primeiro plantão.

Se a maior parte de suas respostas foi a letra “B”, seja bem-vindo ao insano mundo do jornalismo. Mas, ó, a vida é dura. Depois não vá reclamar do teste vocacional, hein?

O seu Raimundo do Tapajós


O Sr. Raimundo é destas pessoas simples do Oeste do Pará e de uma beleza incomensurável, morador de Pixuna do Tapará (distante 2h de barco de Santarém) em seu depoimento emocionado pede solidariedade do povo da capital do Estado ao povo sofrido da região que muitas vezes sequer tem o direito de chegar vivo em busca de socorro.

Um tratamento na capital está muito distante de suas "posses" como ele mesmo diz, cidade que aliás aos 78 anos de idade nunca conheceu. O refúgio quando necessitam de assistência médica é a cidade de Santarém, onde por várias ocasiões a lotação dos hospitais daquela cidade o deixam sem o devido cuidado, onde Deus é sempre seu melhor aliado como ele mesmo diz. (Na foto emocionado abraça seu amigo Alberto por quem tem um enorme apreço). **** Confesso que fiquei sem voz com seu depoimento!
Por tudo isso digo alto: SIM TAPAJÓS, SIM CARAJÁS, SIM NOVO PARÁ.

Por Olavo Neves

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Esquadrilha da Fumaça em Santarém


No próximo dia 10 de novembro, a partir das 17h:30 min, na orla da cidade, próximo ao prédio da Caxia Economica Federal, apresentação do Esquadrão de Demonstração Aérea, popularmente conhecido como Esquadrilha da Fumaça.

A Esquadrilha da Fumaça distingue-se das demais esquadrilhas por realizar vôo invertido em formação, fato consolidado com o recorde mundial estabelecido em 2006, quando voou com doze aeronaves nessa configuração. Sediado na Academia da Força Aérea, o Ninho das Águias, onde são formados os oficiais Aviadores, Intendentes e Infantes da FAB, o esquadrão é carinhosamente acolhido pela cidade de Pirassununga/SP. No ano de 2011, treze pilotos se revezam em sete posições de voo. No suporte à atividade aérea, somam-se um Oficial Especializado em Manutenção de Aeronaves, uma Oficial Médica e uma Oficial de Relações Públicas, além de trita e um graduados especializados em diversas áreas, os "Anjos da Guarda", que asseguram a confiabilidade na manutenão das aeronaves. Completa-se à equipe um grupo de soldados, que auxiliam em serviços diversos.