domingo, 25 de abril de 2010

Imprensa santarena é prejudicada pela (des) organização no Estádio Colosso do Tapajós.


Um dos fatores que já há algum tempo incomoda os profissionais da imprensa santarena, que fazem a cobertura esportiva no estádio Colosso do Tapajós é o grande número de carros particulares dentro do Estádio (Afinal de quem são tantos carros, por que estão lá dentro?) ocupando a vaga dos carros das equipes jornalísticas que levam grande quantidade de equipamentos, e por essa razão precisam estacionar na parte interna do estádio.
Respondendo a essa pergunta, observei um deputado estadual entrando com a maior facilidade com seu carro, enquanto muitos colegas da imprensa penavam por uma vaga e o problema se agrava quando são grandes jogos.
Outro ponto que chega a causar repúdio é a forma como a (des) organização do Estádio Colosso do Tapajós, age com os profissionais esportivos santarenos em relação aos de Belém. Vamos a um exemplo bem claro.
As cabines que são devidamente identificadas, ou seja, cada emissora de Santarém possui uma, simplesmente são ocupadas por profissionais de fora, sem a menor chance de uma negociação, fazendo com que os profissionais de Santarém fiquem procurando e o pior “brigando” por um espaço para realizar seus trabalhos.
A cobertura jornalística do jogo entre São Raimundo &Remo, foi marcada pelos problemas citados acima.
Várias (senão todas )as emissoras de Santarém que estiveram no Estádio para cobertura do jogo enfrentaram dificuldades em realizar o seu trabalho: Guarany, Rota 5, Tv Amazônia, Bandeirantes. Brigas , disputas por lugares, não ocorreriam se a organização do Estádio funcionasse.
Nossa cabine mesmo estava sendo ocupada por diretores do Time do Remo, como todas as cabines de transmissão estavam “lotadas”, fomos obrigados a posicionar nossos equipamentos de filmagem ali mesmo na arquibancada.
Dando nomes aos bois: Não satisfeita pelo péssimo trabalho que vem desenvolvendo no estádio a assessora de esporte e lazer Rita Peloso, grita (de forma eloqüente e mal educada), que nossa equipe não poderia permanecer no local porque o espaço da arquibancada não era pra isso.(Ainda bem que alguém lembrou disso!).
Foi explicado que nossa cabine estava ocupada, e que não tínhamos um local para filmar, mas a assessora simplesmente dizia que ela que mandava, e que tínhamos que sair de lá.
Gritou, gritou ,gritou, mas não resolveu “nada”.
Bem, o jeito foi pedir “permissão” para obter um lugarzinho na cabine que teoricamente deveria estar disponível para nossa emissora, e só depois de muito tempo, tentando resolver, quase correndo o risco de não transmitir as imagens por conta da (des) organização, conseguimos trabalhar.
Vale ressaltar que Lucio Santarém está de parabéns, como administrador do estádio, esteve correndo de um lado para outro tentando resolver diversas situações, enquanto a assessora Rita Peloso, ficava posando de torcedora e dona do Estádio.
Como a pressa para desenvolver nosso trabalho, não nos permitiu mostrar para a “dona do Estádio” a ignorância que cometeu segue esse texto como registro publico, para que, se continuar o desrespeito aos profissionais de Santarém que buscam apresentar ao publico um trabalho de qualidade iremos procurar nossos direitos como profissionais da comunicação que merecem um mínimo de respeito, assim como todos que vão ao Estádio.

2 comentários:

  1. Submissos a Belém até nisso!

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  2. Oi Ronilma,

    Adorei o manifesto de sua indignação, estava na hora mesmo!!!
    Se interessar, visite meu blog www.faroldotapajos.blogspot.com

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