Greve geral de jornalista é como umbigo de freira. Ninguém vê. Mas dá para imaginar como seria uma.
Bloquinhos de anotação seriam rasgados e queimados. As pilhas dos gravadores atiradas pelas janelas da redação.
Fotógrafos cegariam. Repórteres de TV e rádio ficariam mudos.
Comentaristas políticos e econômicos também não abririam a boca, o que,
neste caso, seria ótimo, porque alguns falam merda demais.
Não haveria releases, nem follow-up na hora do fechamento. Não haveria também fechamento.
Coletivas seriam canceladas. E, com o filé mignon ao molho madeira de volta ao freezer, a greve seria também de fome.
As moças do tempo cagariam para o sol, para a chuva e para os períodos de instabilidade.
Faixas e cartazes seriam exibidos nas portas das redações: “Pelo fim dos
passaralhos”, “Gilmar Mendes não me representa”, “Pela liberdade de ser
jornalista”, “Abaixo a opressão do deadline” e o clássico “Chega de
piso safado. Porcelanato para todos já”.
Os estagiários, como sempre, seriam escalados para o trabalho chato, como colar os cartazes.
Serviços considerados essenciais numa redação, como o da tiazinha que
passa o café fresquinho, não seriam suspensos totalmente, mas entrariam
em operação-padrão.
Para evitar que seus jornais virassem um grande calhau, os patrões
convocariam gente de outras profissões para salvar a edição do dia. Os
grevistas impediriam o povo fura-greve de entrar nas redações. Haveria
briga. A PM chegaria com bombas de efeito moral e imoral. Tumulto,
correria, e, de repente, eis que o Datena entra ao vivo, mostrando a
confusão com exclusividade e "ferrando" aquela que seria a maior greve
geral de jornalistas que o Brasil já conheceu.
Por Duda Rangel
domingo, 7 de julho de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
O amor é a amizade que pegou fogo...
"O amor é
a amizade que pegou fogo. É entendimento da calma, a confiança mútua, partilha
e perdão. É lealdade nos momentos bons e ruins. Se contenta com menos que a
perfeição, e torna subsídios para as fraquezas humanas."
sábado, 8 de junho de 2013
Três pessoas ficam feridas em queda de monomotor em Anajás/ PA
Um avião
monomotor caiu na tarde de hoje em anajás, localizado no arquipélago do Marajó,
no Pará. De acordo com a defesa civil do município, a aeronave havia acabado de
decolar quando perdeu força e caiu cerca de 200 metros da cabeceira da pista.
No
local não há bombeiros e a polícia militar teve que isolar a área. Um piloto e dois
passageiros foram resgatados com vida e levados para o hospital da cidade. Eles
tiveram fraturas nas pernas e escoriações pelo corpo, mas não correm risco de
morrer.
O
serviço regional de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos deve
enviar uma equipe neste domingo para apurar as causas do acidente.
De acordo
com a ANAC a empresa de táxi aéreo responsável pelo monomotor está regular e
tem autorização para voar até 2015.
Os feridos foram levados para Belém onde devem
fazer novos exames.Fonte. Jornal Liberal
domingo, 26 de maio de 2013
O "mundo" é bipolar...Mas eu não
Quando ele quer eu não quero.
Mas basta eu sinalizar que quero... Que ele não quer mais!
Vixiii..É feitiço?!
E quando eu não quero, as coisas se jogam em cima de mim.
_Não quero...Não quero...Não quero...
Será que vale eu cruzar os dedos e dizer não quero...Querendo sim?
Bem...De qualquer forma, agora não importa o que eu realmente quero, porque eu decido, não quero mais...
E o que muda, nessa "inconstância" toda?
É que agora eu "decidi", afinal, se o mundo é "bipolar" mas eu não.
Mas basta eu sinalizar que quero... Que ele não quer mais!
Vixiii..É feitiço?!
E quando eu não quero, as coisas se jogam em cima de mim.
_Não quero...Não quero...Não quero...
Será que vale eu cruzar os dedos e dizer não quero...Querendo sim?
Bem...De qualquer forma, agora não importa o que eu realmente quero, porque eu decido, não quero mais...
E o que muda, nessa "inconstância" toda?
É que agora eu "decidi", afinal, se o mundo é "bipolar" mas eu não.
terça-feira, 21 de maio de 2013
“Não vão gastar mais do que estão roubando”
Alguém lembra?
Diz Sebastião Tapajós sobre a divisão do Estado do Pará
Natural de Santarém (PA), o músico e compositor Sebastião Tapajós, 67, já sabe o que responderá nas urnas, no dia 11 de dezembro, quando será realizado o plebiscito que decidirá sobre o desmembramento do Pará e sobre a criação de dois novos estados: Carajás e Tapajós.
Serão feitas duas perguntas aos eleitores durante o pleito. A primeira: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás?”. A segunda: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?”.
Caso a resposta da maioria para as duas perguntas seja afirmativa, o Estado se dividirá em três partes: uma continuará sendo o Pará, a outra será o Estado de Tapajós e a outra será o Estado de Carajás. Há quem diga que o custo financeiro dessa divisão seria elevado, mas o músico é quase lacônico ao se contrapor:
- Não vão gastar mais do que estão roubando.
Sebastião Pena Marcião nasceu dentro de um barco, no rio Surubiú, quando seus pais viajavam com destino a Santarém. Foi registrado como se fosse do município de Alenquer. De tão apaixonado pela região onde nasceu, adotou e registrou posteriormente o nome do maior rio da região e se assina como Sebastião Tapajós Pena Marcião.
Tapajós, que estuda violão desde criança, em 1964 mudou para a Europa e se formou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, em Portugal. Mas seguiu estudando na Espanha até regressar ao Brasil três anos depois.
Consagrado na Europa, especialmente na Alemanha, já lançou mais de cinqüenta discos. Realiza anualmente pelo menos duas turnês internacionais, mas o lugar dele mesmo é Santarém.
- Na verdade eu sou mocorongo de coração.
Por Altino Machado
Veja a entrevista: Aqui
Diz Sebastião Tapajós sobre a divisão do Estado do Pará
Natural de Santarém (PA), o músico e compositor Sebastião Tapajós, 67, já sabe o que responderá nas urnas, no dia 11 de dezembro, quando será realizado o plebiscito que decidirá sobre o desmembramento do Pará e sobre a criação de dois novos estados: Carajás e Tapajós.
Serão feitas duas perguntas aos eleitores durante o pleito. A primeira: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás?”. A segunda: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?”.
Caso a resposta da maioria para as duas perguntas seja afirmativa, o Estado se dividirá em três partes: uma continuará sendo o Pará, a outra será o Estado de Tapajós e a outra será o Estado de Carajás. Há quem diga que o custo financeiro dessa divisão seria elevado, mas o músico é quase lacônico ao se contrapor:
- Não vão gastar mais do que estão roubando.
Sebastião Pena Marcião nasceu dentro de um barco, no rio Surubiú, quando seus pais viajavam com destino a Santarém. Foi registrado como se fosse do município de Alenquer. De tão apaixonado pela região onde nasceu, adotou e registrou posteriormente o nome do maior rio da região e se assina como Sebastião Tapajós Pena Marcião.
Tapajós, que estuda violão desde criança, em 1964 mudou para a Europa e se formou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, em Portugal. Mas seguiu estudando na Espanha até regressar ao Brasil três anos depois.
Consagrado na Europa, especialmente na Alemanha, já lançou mais de cinqüenta discos. Realiza anualmente pelo menos duas turnês internacionais, mas o lugar dele mesmo é Santarém.
- Na verdade eu sou mocorongo de coração.
Por Altino Machado
Veja a entrevista: Aqui
domingo, 19 de maio de 2013
Rebelde sírio morde coração de soldado morto
Atrocidades capturadas em vídeo: uma nova arma de guerra
O impulso de clicar em vídeos mostrando atrocidades de guerra está se tornando automático, embora não aprendemos ainda a lidar com o que vemos
( "Juro por Deus, vamos comer seus corações e seus fígados, seus soldados de Bashar, o cão", diz o homem para companheiros no vídeo que aplaudem e gritam "Allahu akbar (Deus é grande)".
O vídeo provocou indignação tanto entre os partidários do presidente sírio, Bashar al-Assad, como entre figuras da oposição.
O vídeo provocou indignação tanto entre os partidários do presidente sírio, Bashar al-Assad, como entre figuras da oposição.
"Juro por Deus, vamos comer seus corações e seus fígados, seus soldados de Bashar, o cão", diz o homem para companheiros no vídeo que aplaudem e gritam "Allahu akbar (Deus é grande)".
Provocou comoção mundial um vídeo divulgado no YouTube que mostra um suposto chefe rebelde da Síria arrancando o coração e o fígado do cadáver de um soldado governista e ameaçando devorá-los. Ao abrir o link do vídeo no YouTube, porém, percebe-se que na barra lateral do site há uma série de outros vídeos, alguns em árabe, outros em inglês, divulgando conteúdo igualmente repugnante relacionado à guerra síria.
Esses vídeos têm servido cada vez mais como uma nova arma em guerras modernas, nas quais o terror exerce papel fundamental. O fenômeno não é exclusivamente sírio. Outro vídeo recente e muito comentado mostra a decapitação com motosserra do membro de uma gangue mexicana por traficantes rivais.
Grupos violentos ao redor do mundo parecem ter pego inspiração da Al Qaeda e seus esforços para aterrorizar sociedades com vídeos e áudios das execuções de seus inimigos. Isso começou quando a Al Qaeda filmou a decapitação do jornalista americano Daniel Pearl, em 2002, que foi seguido, durante a Guerra do Iraque, por uma série de outros vídeos semelhantes da Al Qaeda e seus aliados.
É preocupante reconhecer que, há pouco tempo atrás, para as primeiras gerações de telespectadores, a coisa mais assustadora que viram na televisão foi a cena do chuveiro em “Psicose” (e para muitos ela induziu medos duradouros). Hoje, para qualquer um que queira ver como uma pessoa reage ao ser esfaqueada, informada de que está prestes a morrer, espancada até a morte ou cortada em pedaços, basta um clique. Ainda não descobrimos as consequências para a sociedade dessa exposição, que ocorre dentro de nossas casas, a homens objetivando, tormentando e torturando outros em distantes campos de batalha.
Fontes: The New Yorker - Scenes from an Atrocit
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
STF anula júri de condenado por morte de Dorothy Stang
Apesar da decisão, fazendeiro apontado como um dos mandantes do crime vai permanecer preso
O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou nesta terça-feira o júri que condenou o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, pela morte da missionária norte-americana Dorothy Stang. O fazendeiro, que foi apontando como um dos mandantes do crime, havia sido condenado a 30 anos de prisão.
A anulação foi decidida por três votos a dois. Os ministros da Segunda Turma entenderam que o direito de defesa de Bida não havia sido plenamente respeitado durante o julgamento – o fazendeiro argumentava que o defensor público nomeado pelo Tribunal do Júri de Belém não teve tempo suficiente para defendê-lo adequadamente.
Caso - Bida já foi julgado três vezes pelo crime. Após um primeiro julgamento em 2007, quando foi condenado a 30 anos de prisão, Bida recorreu da decisão e teve direito a um novo júri porque a pena foi superior a 20 anos. Em maio de 2008, ele acabou sendo absolvido. O Ministério Público recorreu, alegando que a decisão foi contrária às provas que constavam nos autos. O julgamento acabou sendo anulado, e Bida foi novamente submetido a um novo júri, em março de 2010. Na data prevista, o fazendeiro e seus advogados não compareceram. O juiz responsável pelo caso acabou nomeando um defensor público para o fazendeiro e marcou uma nova data, apenas doze dias depois. Bida foi novamente condenado a 30 anos, mas a defesa reclamou do prazo dado pelo juiz e entrou com um pedido de Habeas Corpus para anular esse último júri.
O caso acabou indo parar no STF, onde os ministros Gilmar Mendes, Teori Zavascki e Ricardo Lewandowski votaram pela concessão do Habeas Corpus. Os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia votaram contra. Eles entenderam que a nomeação do defensor público só ocorreu por causa de manobras da defesa para adiar o julgamento. A defesa também pedia a soltura de Bida, mas os ministros decidiram por maioria que ele deve continuar preso. Eles usaram o mesmo argumento: que manobras da defesa levaram a a essa situação.
Com a decisão, a Justiça paraense terá de marcar um novo julgamento.
Histórico - Executada em Anapu, no sudoeste do Pará, Dorothy Stang, uma americana de 73 anos naturalizada brasileira, era uma fervorosa defensora da Amazônia. Antes de ser morta, ela tentava implantar um projeto de desenvolvimento sustentável em uma área conflagrada pela disputa de terras entre fazendeiros e grileiros. Ela acabou sendo executada com seis tiros em 12 de fevereiro de 2005. A morte dela provocou repercussão internacional.
Fonte: Veja
sexta-feira, 10 de maio de 2013
E se....
E se eu escrevesse tudo aquilo que penso, durante a cobertura de um "evento jornalistico"?
E se todo jornalista fizesse isso? Ah o mundo viraria um caos? Ou chegaria perto daquilo que idealizamos?
Não tem jeito, jornalista quer sempre mudar as coisas, opinar, tentar, fazer diferente ,quem sabe dá certo?
Mas, assim como na vida ,prudencia e palavras sábias, filtradas, são necessárias. É assim também em todas as profissões, e principalmente no jornalismo. Noticia é coisa séria.
E tão importante quanto isso, é definir "O QUE É NOTICIA"? -Definindo o que é noticia, me lembro isso a quase todo instante...
Mas foi após ficar alguns minutos "atônita" vendo uma cena..."hilária", pra não dizer "patética". E após um "click" para a realidade, escrevi no meu bloquinho de anotações...." E se eu escrevesse tudo aquilo que eu penso, durante a cobertura de um evento jornalistico"?
*Entrelinhas...Entrelinhas...
*Coisas de Ronilma.
E se todo jornalista fizesse isso? Ah o mundo viraria um caos? Ou chegaria perto daquilo que idealizamos?
Não tem jeito, jornalista quer sempre mudar as coisas, opinar, tentar, fazer diferente ,quem sabe dá certo?
Mas, assim como na vida ,prudencia e palavras sábias, filtradas, são necessárias. É assim também em todas as profissões, e principalmente no jornalismo. Noticia é coisa séria.
E tão importante quanto isso, é definir "O QUE É NOTICIA"? -Definindo o que é noticia, me lembro isso a quase todo instante...
Mas foi após ficar alguns minutos "atônita" vendo uma cena..."hilária", pra não dizer "patética". E após um "click" para a realidade, escrevi no meu bloquinho de anotações...." E se eu escrevesse tudo aquilo que eu penso, durante a cobertura de um evento jornalistico"?
*Entrelinhas...Entrelinhas...
*Coisas de Ronilma.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Reunião SINJOR
COMPANHEIROS,
CONFIRMADA
PARA HOJE À NOITE (06/05) A REUNIÃO QUE DEFINIMOS NO SÁBADO RETRASADO,
COM O DELEGADO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO EM SANTARÉM, DR. CARLOS EDILSON
MATOS.
ELE DARÁ ESCLARECIMENTOS SOBRE ALGUMAS QUESTÕES DA NOSSA ORGANIZAÇÃO SINDICAL E ESTARÁ ABERTO A VÁRIOS QUESTIONAMENTOS.
ESSA É MAIS UMA ATIVIDADE QUE ESTAMOS REALIZANDO ATRAVÉS DA DIRETORIA REGIONAL DO SINJOR/OESTE, QUE ESTÁ EM FASE DE IMPLANTAÇÃO.
TODOS
CONVIDADOS PARA A REUNIÃO, ÀS 19h00, NA SEDE DO SINDICATO DOS
RODOVIÁRIOS, PRÓXIMO Á DELEGACIA DE POLÍCIA, NA SILVINO PINTO COM BORGES
LEAL.
CONVIDE OUTROS COLEGAS.
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